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Militar roubado em praia buscou arma em casa e matou suspeito na orla

Por Metrópoles 08/12/2025 12:27
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O cabo do Exército Gustavo Pavão Gomes, que reagiu a um assalto e matou o suspeito na orla da Praia da Enseada, em Guarujá, litoral sul de São Paulo, voltou ao apartamento em que estava hospedado, buscou uma arma, voltou atrás do assaltante e o matou, nesse sábado (6/12).

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Homem é perseguido e morto a tiros em praia no Guarujá

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Homem é perseguido e morto a tiros em praia no Guarujá

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Homem é perseguido e morto a tiros em praia no Guarujá

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Homem é perseguido e morto a tiros em praia no Guarujá

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Segundo o boletim de ocorrência, o militar contou em depoimento que estava caminhando sozinho pela praia para ver o nascer do sol, quando foi abordado por um indivíduo que lhe perguntou se a corrente que usava era de ouro. Na sequência, o suspeito o abraçou e encostou um objeto metálico em sua barriga, afirmando estar armado e exigindo que entregasse a corrente.

Gomes afirmou que ficou assustado, “com medo de ser morto” e entregou os pertences: uma corrente de ouro, um relógio e seu celular.

Depois do roubo, o militar voltou para o apartamento em que estava e pegou uma arma de fogo. Em seguida, voltou para a praia com a intenção de recuperar os pertences roubados e deter o autor do roubo. O assaltante percebeu a presença do militar e saiu correndo.



Em depoimento, Gomes alegou que iniciou uma perseguição, ordenando que o suspeito parasse, mas o indivíduo continuou fugindo. Neste momento, o militar afirma ter dado disparos de advertência com o intuito de “assustá-lo e fazê-lo parar”, em direção ao mar.

Ao se aproximar do assaltante, Gomes relatou que o homem sacou um objeto da cintura e, temendo ser uma arma de fogo, reagiu efetuando um único disparo. Posteriormente, o militar percebeu que não se tratava de uma arma, e sim de uma faca.

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Ele chegou a acionar o socorro, mas as autoridades constataram a morte do assaltante ainda no local.

Gomes foi conduzido à Delegacia Sede de Guarujá, onde prestou depoimento, afirmando que recuperou o relógio e o celular, perdendo a corrente. A arma do militar e a faca do suspeito foram apreendidas.

A polícia entendeu que o homem agiu em legítima defesa.

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