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Quem é Romagaga, influenciadora presa neste sábado em São Paulo

Por Metrópoles 27/12/2025 22:27
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Romagaga Guidini Chagas de Lima, influenciadora presa neste sábado (27/12) pelos crimes de desobediência, desacato, ato obsceno, ameaça, embriaguez e invasão após uma confusão na rua Augusta, região central de São Paulo, tem 30 anos e ficou conhecida nacionalmente em 2010 ao fazer vídeos virais em homenagem às cantoras Lady Gaga e Preta Gil.

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Ela se tornou uma das primeiras mulheres trans a conseguir um espaço no humor digital brasileiro.

A defesa da influenciadora confirmou que ela passará a noite detida até a audiência de custódia, prevista para ser realizada na manhã deste domingo (28/12).

O que aconteceu

O boletim de ocorrência registrado aponta que Romagaga teria aberto uma live e ficado nua durante a confusão, como forma de protesto.

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Romagaga presa

Divulgação/Polícia Civil2 de 7

Romagaga

Reprodução/Redes sociais3 de 7

Vídeo mostra prisão da influenciadora Romagaga em São Paulo

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Vídeo mostra prisão da influenciadora Romagaga em São Paulo

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Vídeo mostra prisão da influenciadora Romagaga em São Paulo

Reprodução/Redes sociais6 de 7

Romagaga.

Reprodução/Redes sociais.7 de 7

Romagaga.

Reprodução/Redes sociais.

O documento aponta ainda que a criadora de conteúdo acusou o gerente do hotel de ter roubado seu iPhone, mas o aparelho foi encontrado com ela mesma, sendo utilizado para fazer a transmissão do ocorrido.

A autoridade policial optou pelo flagrante devido à pluralidade de infrações (ameaça, ato obsceno, violação de domicílio, desobediência e desacato). Por enquanto, o aparelho celular dela segue apreendido para perícia.

Segundo a SSP, Romagaga foi conduzida para o 78ºDP (Jardins), onde permaneceu detida à disposição da Justiça. Ela foi autuada pelos crimes de desobediência, desacato, ato obsceno, ameaça, embriaguez e invasão.

Em nota, o advogado da influenciadora, Mateus Navarro Barbosa, afirmou que pretende demonstrar que não há fundamentos legais para a manutenção da prisão. “Na oportunidade, a defesa esclarecerá ao magistrado a realidade fática e demonstrará que a manutenção da prisão é absolutamente desnecessária, tendo em vista a ausência dos requisitos previstos no Código de Processo Penal, dentre eles, risco à ordem pública”, afirma o texto.

Ele disse que serão adotadas medidas paralelas contra possíveis abusos ocorridos durante a ação. “Paralelamente a isso, a defesa buscará a responsabilização civil, criminal e administrativa de todos aqueles, agentes públicos ou não, que incorreram na prática dos crimes de abuso de autoridade e homofobia”, acrescenta. Segundo o advogado, este último é equiparado ao crime de racismo, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal, sendo inafiançável e imprescritível.

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