Advogado e representante do BTG espanca companheira na noite de Ano Novo em BH

Advogado e representante do BTG espanca companheira na noite de Ano Novo em BH

A empresária e influenciadora Pollyanna Pilar denunciou ter sido espancada em Belo Horizonte pelo então companheiro, o advogado e agente autônomo da BTG Pactual, João Bráulio Faria de Vilhena Filho, no último fim de semana. Segundo ela, a agressão envolveu violência extrema, ameaças de morte e humilhações, que só cessaram quando conseguiu fugir e buscar ajuda das autoridades. O relato, publicado nas redes sociais após a abertura de um boletim de ocorrência, descreve um episódio de violência física e psicológica que, conforme afirma, começou por um motivo banal e terminou em uma noite de terror.

Logo no início do vídeo, Pollyanna afirma que o episódio foi “um pesadelo” e que acredita que nunca conseguirá esquecer o que aconteceu. Segundo ela, a agressão começou por causa de uma peça de um guarda-roupa que havia se soltado. “Foi um pesadelo, algo que eu acho que nunca vou esquecer. O motivo foi uma peça do guarda-roupa que tinha se soltado. Ele dizia que eu não sairia de lá enquanto eu não arrumasse”, relata.

Veja as fotosAbrir em tela cheia Polyanna Pilar mostra as agressões que sofreu do representante da BTGArquivo Pessoal Polyanna Pilar mostra as agressões que sofreu do representante da BTGArquivo Pessoal Polyanna Pilar mostra as agressões que sofreu do representante da BTGArquivo Pessoal Polyanna Pilar mostra as agressões que sofreu do representante da BTGArquivo Pessoal Polyanna Pilar mostra as agressões que sofreu do representante da BTGArquivo Pessoal Polyanna Pilar mostra as agressões que sofreu do representante da BTGArquivo Pessoal Polyanna Pilar mostra as agressões que sofreu do representante da BTGArquivo Pessoal Polyanna Pilar mostra as agressões que sofreu do representante da BTGArquivo Pessoal Polyanna Pilar mostra as agressões que sofreu do representante da BTGArquivo Pessoal Polyanna Pilar mostra as agressões que sofreu do representante da BTGArquivo Pessoal João Bráulio Faria de Vilhena Filho é acusado de agredir a namorada, Polyanna PilarArquivo Pessoal

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A influenciadora conta que tentou negociar para deixar o local, oferecendo soluções para o problema. “Eu disse que chamaria um marceneiro, que faria o que fosse preciso, só pedi que me deixasse ir embora”, afirmou, explicando que, mesmo assim, foi impedida de sair. Segundo Pollyanna, o agressor passou então a agir de forma violenta, rasgando suas roupas. “Ele arrancou a roupa do meu corpo, rasgou o vestido que eu estava vestindo. Nesse momento, eu gritei: ‘Socorro’.”

De acordo com o relato, ao tentar acionar a polícia, ela foi intimidada. “Quando fui ligar para a polícia, ele disse: ‘Liga, liga, porque não vai acontecer nada. Liga mesmo’.” Pollyanna afirma que, naquele momento, só queria ir embora e sair do apartamento. Ainda assim, foi forçada a sair apenas de roupa íntima para o corredor do prédio. “Ele me fez sair só de calcinha no corredor do prédio.”

Ela afirma que, ao perceber que realmente iria embora daquela forma, o agressor voltou a atacá-la. “Ele voltou e arrancou do meu próprio corpo a roupa íntima que eu estava vestindo.” Pollyanna relata que ficou completamente nua e tentou pegar qualquer peça de roupa que estivesse no chão, mas foi impedida. “Ele me deixou totalmente nua. Quando tentei pegar qualquer roupa que estava no chão, ele pisou nela.”

Momentos de pânico
O vídeo segue com a descrição de agressões físicas diretas. Segundo Pollyanna, ela foi xingada repetidas vezes e empurrada com violência. “Ele começou a me xingar com vários palavrões, depois me pegou pelo braço e me jogou contra o armário.” Em meio ao desespero, ela afirma que gritou por socorro, mas foi ameaçada novamente. “Ele disse: ‘Grita, grita mesmo. Se você gritar mais, eu vou subir três andares e vou fazer com a sua avó a mesma coisa que estou fazendo com você agora’.”

Diante das ameaças, Pollyanna descreve um momento de pânico absoluto. “Na hora, eu pensei: ‘O que eu vou fazer? Eu vou morrer aqui’.” Ela conta que conseguiu fugir correndo e subiu até o próprio apartamento para pegar a chave do carro e ir à delegacia. No entanto, afirma que o agressor apareceu novamente. “Ele apareceu na porta da minha casa. Eu comecei a gritar desesperadamente, porque, se ele entrasse, eu não sei o que poderia acontecer.”

Em busca de ajuda, Pollyanna desceu até a guarita dos porteiros do prédio. Lá, segundo ela, a situação continuou tensa. “Eu cheguei lá chorando.” Um dos funcionários teria orientado que ela se escondesse. “Entra no banheiro, porque ele está descendo.” Ainda de acordo com o relato, o agressor permaneceu próximo, enviando mensagens com comportamento instável. “A personalidade dele oscilava entre: ‘Eu te amo, por favor me ajuda, estou passando mal’.”

O porteiro teria acionado a polícia duas vezes. Na segunda ligação, fez um apelo urgente. “Pelo amor de Deus, venham logo, porque vai acontecer uma tragédia. E não vai ser só com ela, vai ser comigo também.” Pouco depois, Pollyanna afirma que o agressor deixou o local e enviou uma nova ameaça. “Ele me mandou mensagem dizendo: ‘Eu vou me matar, vou me jogar a 200 por hora na estrada’.”

Agressor fugiu do flagrante
A influenciadora conta que precisou ser levada ao hospital por causa das dores intensas. “Eu precisei ir rapidamente para o hospital, porque estava sentindo muita dor no braço e na coluna.” Segundo ela, foram feitos exames de imagem e houve necessidade de medicação forte. “Eles me deram morfina, e eu fui me acalmando, porque não conseguia parar de chorar.”

Pollyanna afirma que o agressor não foi preso em flagrante porque deixou o local e não atendeu quando a polícia bateu à porta. “Não foi possível prendê-lo em flagrante porque ele saiu. Ele não atendeu à porta.” Segundo ela, nem mesmo após tentativas feitas por familiares a situação mudou. “Quando os policiais bateram, ele não atendeu. Quando minha mãe bateu, ele não atendeu. Quando meu tio, que é policial, também bateu, ele não atendeu.”

No vídeo, Pollyanna também acusa o agressor de tentar inverter a narrativa. “Agora ele vai tentar manipular toda a história, porque já me mandou várias mensagens dizendo: ‘Eu não fiz nada, eu nem encostei em você’.” Em outro trecho, ela afirma: “Eu sou louca, eu e a ex dele somos loucas, né?”

Ela relata ainda que, durante o relacionamento, ouviu diversas vezes que uma ex-companheira dele seria “doida” e que havia uma medida protetiva contra ele. “Ele me dizia que a ex dele era doida e que já tinha uma medida protetiva contra ele.” Segundo Pollyanna, agora percebe que o mesmo discurso estaria sendo repetido contra ela.

Além da violência física, Pollyanna descreve agressões verbais constantes e humilhações. “Além da agressão verbal, ele me chamou de lixo, disse que eu era um lixo e que nada do que eu fizesse adiantaria, porque dinheiro ele tem de sobra.” Ela afirma ainda que ouviu ameaças baseadas em poder econômico. “Ele falou: ‘Eu e minha família temos dinheiro de sobra, não vai acontecer nada comigo’.”

No desabafo, Pollyanna fala sobre as consequências emocionais do episódio. “A dor física tem remédio, como a morfina que me deram”, mas ressalta que o impacto psicológico permanece. “O pior são os flashbacks que ficam passando pela cabeça.” Ela descreve cenas que não consegue esquecer, como ser jogada no chão. “Ser jogada da cama para o chão de um jeito que você dá uma cambalhota ao cair, como se fosse uma pena.”

Alerta
A influenciadora também faz um alerta sobre sinais ignorados no início do relacionamento. “A gente recebe sinais, mas acha que é forte o suficiente.” Ela cita comportamentos de controle e ciúme excessivo, como a exigência de deixar de seguir homens nas redes sociais, inclusive contatos profissionais e amigos de infância. “Tudo por ciúmes e possessividade.”

Em outro trecho, Pollyanna relata episódios de abuso sexual e controle sobre sua rotina. “Várias vezes ele quis transar, eu não queria e acabei cedendo.” Ela afirma que era impedida de postar fotos ou de ficar longe por muito tempo, sob suspeitas constantes.

Ao final do vídeo, Pollyanna afirma que tentou incentivar o agressor a buscar ajuda profissional. “Eu já tinha pedido para ele fazer terapia”, disse, explicando que acreditava que ele “saía de si” com frequência. O relato termina com uma afirmação direta sobre a escalada da violência. “Antes, ele não tinha batido, só apertava meu braço e deixava roxo. Ontem, ele me espancou.”

A denúncia foi registrada, e o caso segue sob apuração das autoridades. Até o momento, João Bráulio Faria de Vilhena Filho não havia sido localizado pela polícia e não respondeu às tentativas de contato do portal LeoDias. O banco BTG Pactual também foi procurado, mas não fez declarações até o momento. O espaço segue aberto para manifestações.

Categories: ENTRETENIMENTO
Tags: João Bráulio Faria de Vilhena FilhoNotíciasPolyanna Pilar