A assessoria de Pedro Henrique Espindola, participante do “BBB26”, se pronunciou após o portal LeoDias publicar com exclusividade a existência de boletins de ocorrência envolvendo o brother em Curitiba. Em manifestação enviada à reportagem, a equipe confirmou o registro policial no qual Pedro aparece como suposto autor de uma ameaça, mas afirmou que o episódio se limitou a uma discussão pontual, resolvida por meio de conciliação ainda no momento do ocorrido.
De acordo com a assessoria, o caso aconteceu quando Pedro trabalhava como vendedor ambulante, comercializando rosas em frente a um centro comercial localizado na Avenida Presidente Kennedy, na capital paranaense. Segundo o relato, a situação teve início após a intervenção de um segurança do local.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Pipoca Pedro, do “BBB26” chorando ao revelar que traiu a esposaReprodução X Treta! Ana Paula Renault expõe jogo de Pedro no “BBB26” e dispara: “Covarde”BBB Pedro, da Casa de Vidro do “BBB26” da Região SulCrédito: Divulgação Globo
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“Ele estava trabalhando, vendendo rosas em frente ao shopping, quando houve uma discussão com o segurança, que informou que ele não poderia permanecer ali. Os dois discutiram, mas, naquele primeiro momento, já houve uma conciliação entre as partes, e a situação foi resolvida”, informou a equipe.
A assessoria reforçou que o registro policial não é contestado, mas destacou que não houve desdobramentos além do entendimento entre as partes. “Não há como negar a existência do boletim. O fato aconteceu, mas as partes conversaram, entraram em acordo e resolveram a situação ali mesmo. Não houve continuidade do conflito”, explicou.
Ainda segundo a equipe, o desentendimento teve relação direta com a tentativa do segurança de impedir a atividade informal exercida por Pedro no local. “Foi uma discussão motivada pelo fato de o segurança não permitir que ele vendesse rosas em frente ao shopping. Depois disso, eles conversaram, se acertaram e tudo ficou resolvido”, afirmou.
O boletim de ocorrência citado pelo portal LeoDias está datado de 2 de maio de 2025 e enquadrado no artigo 147 do Código Penal, que trata do crime de ameaça. No registro, um segurança aparece como vítima, enquanto Pedro figura como suposto autor, com menção a duas testemunhas. O documento consta como ativo no sistema do Ministério da Justiça, sem indicação de abertura de processo judicial ou denúncia formal até o momento.
Além desse registro, o portal LeoDias também identificou outro boletim de ocorrência envolvendo Pedro, desta vez como vítima, datado de 20 de novembro de 2024, registrado no mesmo endereço. Na ocasião, ele procurou a polícia alegando ter sido ameaçado. Assim como o outro caso, o documento permanece ativo no sistema, sem informações públicas sobre investigações ou desdobramentos judiciais.
Entenda o que é o boletim de ocorrência
Boletins de ocorrência não equivalem a condenação criminal e servem apenas para formalizar a comunicação de um fato às autoridades policiais. Até o momento, não há indicação pública de processo judicial ou ação penal relacionada aos registros.
Apesar do relato da assessoria indicar que houve uma resolução imediata entre as partes, a existência de um boletim de ocorrência não é incompatível com acordos ou conciliações informais. O BO funciona como um registro administrativo do fato comunicado à polícia e pode ser lavrado independentemente de eventual entendimento posterior entre os envolvidos. Mesmo quando não há investigação, denúncia do Ministério Público ou processo judicial, o registro pode permanecer ativo nos sistemas oficiais, sem que isso represente condenação ou responsabilização criminal.