Em 18 de janeiro de 2026, um caso brutal de violência contra animais chocou São Paulo: um cachorro comunitário chamado Caramelo foi morto com cerca de dez tiros em plena Avenida Ragueb Chohfi, na Zona Leste da capital. Câmeras de segurança registraram o momento em que um homem, após se envolver em uma discussão com uma mulher e ser incomodado pelos latidos do animal, saca um revólver e atira repetidas vezes contra o cão, fugindo em seguida. O caso só ganhou repercussão agora, quando as imagens viralizaram nas redes sociais e mobilizaram repercussão pública. 
A Polícia Civil de São Paulo registrou o crime no 49º Distrito Policial, em São Mateus, como abuso contra animais e disparos de arma de fogo em via pública, e investiga para identificar e responsabilizar o autor, que até o momento não foi encontrado.
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Veja as fotosAbrir em tela cheia Julinho Casares comenta casos de violência contra animaisFoto/Divulgação Julinho Casares comenta casos de violência contra animaisFoto/Divulgação Julinho Casares comenta casos de violência contra animaisFoto/Divulgação Cão Caramelo e Cão OrelhaFoto/G1 Cachorro Orelha foi vítima de agressões e morreu em Florianópolis (SC)Reprodução: Instagram/@julinhocasares Cachorro Orelha foi vítima de agressões e morreu em Florianópolis (SC)Crédito: Reprodução Instagram @julinhocasares
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Esse episódio ocorre no mesmo período em que o Estado de São Paulo sancionou uma lei que reconhece o “vira-lata caramelo” como expressão cultural paulista, uma iniciativa simbólica que busca fortalecer políticas de proteção animal e incentivar a guarda responsável , justamente quando casos de violência contra cães comunitários têm ganhado destaque em várias regiões do Brasil. 
Além de Caramelo, outros casos recentes como os dos cães “Orelha” em Santa Catarina e “Abacate” no Paraná também despertaram indignação pública por atos cruéis de maus-tratos que terminaram em morte.
Que a lembrança de Caramelo não fique apenas nas imagens ou nas manchetes: é urgente que nossa sociedade reflita sobre o valor da vida, que leis sejam aplicadas com rigor e que cada um de nós se torne voz para os que não podem falar. Só assim poderemos construir uma cultura de respeito e proteção verdadeira para todos os animais.