Carlos Bolsonaro reclama de impedimento para visitar Bolsonaro preso em Brasília

Carlos Bolsonaro reclama de impedimento para visitar Bolsonaro preso em Brasília

Carlos Bolsonaro não conseguiu visitar o pai nesta segunda-feira (5/1), na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Ao chegar ao local, foi informado de que as visitas ocorrem apenas às terças e quintas-feiras, conforme relatou em uma rede social. Na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou visitas de familiares, mas a decisão determinou que elas devem seguir as regras do regime prisional.

No X, antigo Twitter, Carlos contou: “Acabo de sair da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, após tentar visitar meu pai. Fui informado de que as visitas familiares estão restritas às terças e quintas-feiras, das 9h às 11h. Portanto, é importante deixar absolutamente claro: não é verdadeira a informação de que as visitas da família foram liberadas”.

Veja as fotosAbrir em tela cheia Carlos Bolsonaro afirmando que não conseguiu visitar o pai, BolsonaroReprodução X Carlos Bolsonaro Carlos Bolsonaro usando blusa brancaReprodução Instagram Carlos Bolsonaro Carlos Bolsonaro e BolsonaroReprodução: X Carlos Bolsonaro

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“O que ocorreu, na prática, foi apenas o fim da exigência de que a família tivesse de protocolar pedidos sucessivos e aguardar, muitas vezes em vão, a ‘boa vontade’ do ministro Alexandre de Moraes para autorizar visitas por poucos minutos. Em diversas ocasiões, esses pedidos sequer foram apreciados”, continuou.

O político finalizou: “Hoje, 5 de janeiro de 2026, mesmo diante de um momento extremamente delicado de saúde, o presidente Jair Bolsonaro continua impedido de receber qualquer membro da família. Os fatos são esses. Qualquer narrativa diferente disso não corresponde à realidade”.

Jair Messias Bolsonaro retornou às dependências da PF no primeiro dia do ano, após uma semana internado no Hospital DF Star para tratar crises de soluço e hérnia inguinal. Ele foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Ministro pede explicações à PF sobre barulho na cela de Bolsonaro
Ainda nesta segunda-feira, o ministro Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal explique o ruído do sistema de ar-condicionado da sala onde Bolsonaro segue preso. O pedido ocorreu três dias após a defesa relatar barulhos que prejudicam o repouso do ex-presidente.

O ministro deu prazo de cinco dias para que o órgão envie um relatório com detalhes sobre o ruído. A solicitação foi feita formalmente pela defesa do político.

Os advogados do ex-presidente argumentam que o ruído contínuo compromete a saúde e o bem-estar do detento: “O ruído persiste sem interrupção, durante as 24 horas do dia, gerando ambiente incompatível com o repouso mínimo necessário à manutenção das condições físicas e psicológicas do custodiado, configurando situação que ultrapassa o mero desconforto e passa a caracterizar perturbação contínua à saúde e à integridade do preso”.

Segundo documento enviado ao STF na semana passada, o ar-condicionado central está instalado ao lado da janela da sala onde Bolsonaro cumpre a pena. A defesa alegou que o ambiente “não assegura condições mínimas de tranquilidade, repouso e preservação da saúde” devido ao “barulho constante” do equipamento. Também foi citado que a janela não possui “vedação adequada” para reduzir o ruído.

A defesa sugeriu a adequação do equipamento, a instalação de isolamento acústico, alterações no layout do espaço ou medidas equivalentes para diminuir o impacto do barulho.

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