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Corpo de corretora desaparecida há mais de um mês é encontrado; síndico e filho são presos em Caldas Novas

Por Marcos Henrique 28/01/2026 07:32
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Foto: Nilse Alves Pontes

O corpo da corretora Daiane Alves de Souza, de 43 anos, que estava desaparecida há mais de um mês em Caldas Novas, no sul de Goiás, foi encontrado nesta quarta-feira (28). A confirmação foi feita pelo delegado Pedromar Augusto de Souza, responsável pelas investigações.

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Na madrugada do mesmo dia, a Polícia Civil prendeu o síndico do prédio onde a família de Daiane possuía apartamentos, Cléber Rosa de Oliveira, e o filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, suspeitos de envolvimento no homicídio. Já o porteiro do condomínio, que não teve o nome divulgado, foi levado de forma coercitiva à delegacia para prestar esclarecimentos.

Daiane estava desaparecida desde o dia 17 de dezembro de 2025. Imagens de câmeras de segurança mostram a corretora entrando no elevador do condomínio, passando pela portaria para conversar com o recepcionista e, em seguida, retornando ao elevador e descendo para o subsolo. Depois disso, ela não foi mais vista.

Foto: Divulgação/ Polícia Civil de Goiás

Até o momento, a polícia não informou se as prisões são temporárias ou preventivas, nem divulgou detalhes dos depoimentos prestados pelos suspeitos.

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Segundo apuração da TV Anhanguera, o corpo da corretora foi abandonado pelo síndico a cerca de 15 quilômetros de Caldas Novas e foi encontrado em avançado estado de decomposição. Ainda conforme a reportagem, Cléber teria confessado à polícia que agiu sozinho.

Em depoimento, o síndico relatou que, no dia do desaparecimento, discutiu com Daiane no subsolo do prédio, no momento em que ela teria descido para religar o padrão de energia. Ele afirmou que a discussão se intensificou e acabou cometendo o crime.

Foto: Arte g1

Antes do homicídio vir à tona, Cléber já havia sido denunciado pelo Ministério Público, no dia 19 de janeiro, pelo crime de perseguição reiterada (stalking) contra a corretora. Segundo o MP, entre fevereiro e novembro de 2025, ele teria praticado uma série de agressões verbais, físicas e ameaças, além de monitorar constantemente a vítima, afetando sua liberdade, privacidade e integridade psicológica.

No mesmo dia, Daiane também chegou a ser denunciada pelo MP por invasão de domicílio, após entrar sem autorização na sala administrativa do síndico. A defesa da corretora, no entanto, negou a acusação e afirmou que a denúncia não condiz com a realidade dos fatos.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Goiás.

Informações via g1.
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