Espanha não reconhece regime de Maduro e condena ataque dos EUA

Espanha não reconhece regime de Maduro e condena ataque dos EUA

O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, se manifestou sobre o ataque dos Estados Unidos à Venezuela que resultou na captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores. A manifestação ocorreu na tarde deste sábado (3/1) no X.

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Sánchez afirma que a Espanha não reconhece o regime de Maduro, mas que também também reconhecerá “uma intervenção que viole o direito internacional e empurre a região para um horizonte de incerteza e beligerância”.

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Nicolás Maduro

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EUA ataca Caracas, capital da Venezuela

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Lula e Maduro se encontram antes da cúpula dos países sul-americanos

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EUA ataca Caracas, capital da Venezuela

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O ditador Nicolás Maduro e Lula

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“Solicitamos a todos os atores que considerem a população civil, respeitem a Carta das Nações Unidas e trabalhem em prol de uma transição justa e negociada”, comentou Sánchez no X.

EUA x Venezuela

  • Os Estados Unidos atacaram, neste sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.
  • O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou o presidente Nicolás Maduro.
  • A Embaixada dos EUA em Bogotá afirmou estar ciente diante das explosões em Caracas e pediu para que nenhum norte-americano viaje até a Venezuela por “nenhum motivo e evite as fronteiras da Venezuela com a Colômbia, o Brasil e a Guiana”.
  • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram.
  • Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.

Na madrugada deste sábado (3/1), os Estados Unidos atacaram a Venezuela e capturaram Maduro, levando-o para fora do território venezuelano. Ele está sendo transferido a bordo do USS Iwo Jima a Nova York, onde será julgado por uma Corte por “narcoterrorismo”.

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