Alerta de gatilho: maus-tratos contra animais são crimes previstos em lei. Denuncie pelo 190, pela Polícia Civil ou pelo Disque-Denúncia (181).
Nesta segunda-feira (26/1), a Polícia Civil de Santa Catarina realiza uma operação para cumprir três mandados de busca e apreensão em endereços de investigados pela morte do cão “Orelha”, de 10 anos. O cachorro comunitário morreu após ser brutalmente agredido na Praia Brava, em Florianópolis.
O cachorro recebia cuidados de moradores e comerciantes locais. No entanto, no início do ano, testemunhas o encontraram gravemente ferido. O cãozinho ainda recebeu atendimento veterinário, mas preciso aos ferimentos precisou de eutanásia.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Cão Orelha / Reprodução Instagram Ana Castela e o cachorro OrelhaReprodução Instagram Ana Castela e g1/ montagem Cão Orelha / Reprodução Instagram Cão OrelhaReprodução Instagram
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A investigação da Polícia Civil identificou cerca de quatro adolescentes suspeitos de envolvimento nas agressões que acabaram tirando a vida do animal. As diligências buscam reunir mais elementos de prova.
As autoridades também apuram a notícia de que um policial civil, pai de um dos suspeitos, teria coagido uma testemunha. Mardjoli Valcareggi, delegada responsável pelo caso, afirmou que essa informação está sendo analisada, mas negou qualquer envolvimento de um policial no crime em si.
Segundo relatos, o cachorro estava desaparecido. Ele foi encontrado dias depois, caído e agonizando. O animal chegou a ser levado a uma clínica veterinária, mas, devido à grande quantidade de ferimentos, não houve alternativa além da eutanásia.
Orelha era um dos cães considerados mascotes da região da Praia Brava. Além de conviver com os moradores, Orelha também interagia com outros cães do bairro. Após sua morte, moradores, Organizações Não Governamentais (ONGs) e institutos ligados à causa animal têm se manifestado pedindo justiça pelo crime violento.