A partir da próxima terça-feira (6/1), o transporte público em São Paulo ficará mais caro. A prefeitura confirmou que a tarifa de ônibus subirá de R$ 5 para R$ 5,30. Já o Governo do Estado informou que as passagens de metrô e trem passarão de R$ 5,20 para R$ 5,40. Para quem deseja economizar, no entanto, ainda dá tempo. Isto porque os créditos que forem adquiridos até 23h59 de segunda-feira (5/1), antes do reajuste, valerão por 180 dias.
Ônibus
O aumento na tarifa de ônibus será de 6%. Segundo a prefeitura, o reajuste é menor que a inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor do Transporte Coletivo (IPC-Fipe Transporte Coletivo), que indicou 6,5%. “
Na gestão do prefeito Ricardo Nunes, o valor da passagem foi mantido em R$ 4,40 por cinco anos. De 2020 a 2025 houve uma única atualização de 13,6%, para R$ 5. Já a inflação neste período foi de 40,31%. A correção atual para R$ 5,30 fica menos da metade do valor inflacionário desses cinco anos”, justificou a prefeitura em nota.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Transporte público em São Paulo ficará mais caro a partir de 6/1/26Crédito: Elisa Rodrigues – SMT Transporte público em São Paulo ficará mais caro a partir de 6/1/26Crédito: Elisa Rodrigues – SMT Transporte público em São Paulo ficará mais caro a partir de 6/1/26Crédito: Rovena Rosa – Agência Brasil Transporte público em São Paulo ficará mais caro a partir de 6/1/26Crédito: Rovena Rosa – Agência Brasil
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Metrô e trem
No caso do sistema metroferroviário da região metropolitana de São Paulo, o aumento corresponde a 3,85%. O percentual também é inferior à inflação do período, calculada em 4,46% pelo IPC-Fipe, de acordo com o Governo do Estado.
Em comunicado, a gestão de Tarcísio de Freitas citou que, com a nova tarifa, será possível fazer melhorias para os usuários do transporte. “O objetivo do ajuste é garantir a eficiência, a segurança e a qualidade do serviço prestado à população, assegurando a continuidade da operação do sistema de transporte público metropolitano. Mesmo com o ajuste abaixo da inflação e para garantir este valor da tarifa, o Governo de São Paulo ainda aportará aproximadamente R$ 5,1 bilhões no sistema metroferroviário”, informou.