O presidente da Fifa, Gianni Infantino, é esperado no Brasil no início da próxima semana e pode incluir em sua agenda um encontro com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. A informação foi apurada com exclusividade pelos jornalistas Marcel Rizzo, do Estado de S. Paulo.
Segundo a apuração, Infantino deve participar, no domingo (25/1), de um evento no Rio de Janeiro que marcará o lançamento da logomarca da Copa do Mundo Feminina de 2027, competição que será realizada no Brasil. A partir desse compromisso, existe a possibilidade de deslocamento do dirigente a Brasília para compromissos institucionais.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do BrasilFoto: Ricardo Stuckert Gianni Infantino, presidente da FifaReprodução
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A última passagem do presidente da Fifa pelo país ocorreu em novembro de 2023. Na ocasião, ele esteve no Maracanã, no Rio de Janeiro, para acompanhar a final da Libertadores vencida pelo Fluminense sobre o Boca Juniors. Desde então, Infantino manteve interlocução frequente com o público brasileiro por meio de entrevistas, algumas concedidas em português, abordando temas como o Mundial de Clubes de 2025, que será disputado nos Estados Unidos, e a preparação da Copa do Mundo Feminina.
Nos últimos meses, a agenda internacional de Gianni Infantino teve como foco principal os Estados Unidos, país-sede da próxima Copa do Mundo masculina. No início de dezembro, a Fifa concedeu ao presidente norte-americano, Donald Trump, o Prêmio da Paz da entidade, criado recentemente. De acordo com a própria Fifa, a premiação tem como objetivo “recompensar indivíduos que realizaram ações excepcionais e extraordinárias pela paz”.
Paralelamente, o cenário político internacional registrou aumento de tensão nas últimas semanas diante da possibilidade de os Estados Unidos buscarem o controle da Groenlândia, território pertencente à Dinamarca. O tema gerou reações em países europeus, mas, até o momento, não há indicação de impacto sobre a realização da Copa do Mundo.
Nesse contexto, o governo da Alemanha afirmou que qualquer eventual boicote ao torneio seria uma decisão exclusiva de sua federação nacional, sem envolvimento direto do Estado.