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Rio Branco e Sena Madureira apresentam maiores altas de transbordamento dos rios nesta sexta

Por Cris Menezes 30/01/2026 15:30 Atualizado em 30/01/2026 15:30
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Rio Acre, em Rio Branco, segue acima da cota de transbordamento, conforme monitoramento da Defesa Civil. Foto: Jean Lopes/Defesa Civil

O Boletim da Defesa Civil estadual sobre o nível do Rio Acre, em Rio Branco e demais municípios, assim como sobre os mananciais de todo o estado, com dados referentes à medição das 12h desta sexta, 30, mostra que, na capital, o nível atual corresponde a 14,60 m, acima da cota de transbordamento, que é de 14 metros. O Rio Iaco, em Sena Madureira, registrou 15,21 metros. A cota de transbordamento é de 15,20 metros.

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O Rio Juruá, em Cruzeiro do Sul apresentou 12,74 m, sendo a cota de transbordamento de 13 metros. Já no Rio Abunã, em Plácido de Castro, o nível atual é de 12,65 metros e a cota de transbordamento 12,50 metros.

Seguindo com a medição, o Rio Envira, em Feijó, apresenta nível de 11,69 m, para a cota de transbordamento de 12 metros. No Rio Juruá, em Porto Walter, o nível atual é de 10,59 m e a cota de transbordamento de 11 metros.

O Rio Acre em Brasileia apresenta nível de 10,10 metros sendo a cota de transbordamento é de 10,40 metros. Já no Rio Tarauacá, na cidade de Tarauacá, o nível atual é de 9,73 m e a cota de transbordamento de 9,50 metros.

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Concluída essa medição, a Defesa Civil Estadual esclarece que, quatro municípios apresentam transbordamento, requerendo, portanto, atenção máxima e acompanhamento constante da evolução do cenário, especialmente nas cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Tarauacá, onde os respectivos mananciais já se encontram acima da cota de transbordamento.

Coordenador da Defesa Civil Estadual esclarece sobre o serviço de monitoramento permanente para casos e ações conjuntas com defesas civis municipais. Foto: Jean Lopes/Defesa Civil

O coordenador Estadual de Defesa Civil, coronel Carlos Batista da Costa, enfatiza que o governo do Estado, por meio do Sistema Estadual de Proteção e Defesa Civil, segue com o monitoramento 24 horas, analisando as condições metrológicas, hidrológicas, geotécnicas, em relação à quantidade de chuvas acumuladas e precipitadas, em relação à movimentação de solos e aos níveis dos rios.

“Mantemos essa articulação permanente com os órgãos de monitoramento e também com os municípios, para estarmos preparados para as tomadas de decisões, de forma comprometida e rápida, em casos de necessidade de apoio às defesas civis municipais”, esclareceu Carlos Batista.

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