Em conversa com a repórter Fernanda Siccherolli, do portal LeoDias, o ex-BBB Rodrigo Mussi fez um raio-x honesto sobre o elenco do “BBB26”. Conhecedor da pressão do confinamento, o influenciador elogiou a mistura explosiva da nova temporada, mas levantou um alerta sobre o choque geracional que pode ofuscar nomes históricos do reality.
Para o ex-brother, embora a volta de ícones como Alberto Cowboy, considerado o grande vilão do “BBB 7”, e Sol (“Iarnuou”) seja nostálgica para o público mais velho, eles enfrentam um obstáculo. Em sua visão, a “nova geração” que domina as votações e o engajamento nas redes sociais simplesmente não tem memória afetiva desses participantes.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Rodrigo MussiPortal LeoDias Alberto Cowboy no “BBB26″Divulgação / Globo Sol no “BBB26″Créditos: Globo/Fábio Rocha
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“O pessoal esqueceu porque a nova geração não vai lembrar muito dele [Cowboy]. Muita gente não era nem nascida ainda”, pontuou Rodrigo, sugerindo que o foco das torcidas deve girar naturalmente em torno de figuras mais recentes na mídia, como Jonas, Babu e Ana Paula Renault.
O influenciador acredita que a produção “acertou a mão” ao convocar personalidades indomáveis. Ele destacou a autenticidade de Ana Paula Renault, que já deixou claro que o tempo não a tornou mais calma. “Ela é a mesma pessoa. Você não sabe qual vai ser o jogo dela, ela pode agredir alguém na brincadeira”, analisou.
Sobre Babu Santana, o fator surpresa é o temperamento: “Você nunca sabe o humor dele no dia”.
Vantagem emocional x vontade do público
Questionado se os veteranos levam vantagem, Rodrigo Mussi foi direto sobre o caso do “BBB26”: emocionalmente, sim. Ele relembrou o próprio desespero de entrar na casa como anônimo e comparou com a frieza de quem já viveu a experiência. “Quem já passou por aquilo sente menos a pressão. Não emociona de cara”, explicou.
Por outro lado, na hora de levantar o troféu e o cheque milionário, a aposta de Rodrigo vai na contramão dos famosos. Para ele, a narrativa de quem precisa mais ainda é a favorita do brasileiro. “O público gosta do Pipoca. Eu espero e torço para que dê prêmio para um Pipoca, talvez por ter entrado com menos condições. Os veteranos podem chegar até a final, mas, se tiver um anônimo legal, a torcida vai abraçar”, sentenciou.