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MUNDO

URGENTE:Trump afirma que EUA atacaram a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro

Por Redação 03/01/2026 06:32 Atualizado em 03/01/2026 06:35
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. A declaração foi feita por meio de uma rede social.

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Segundo Trump, a operação teria sido conduzida com sucesso pelas forças de segurança dos Estados Unidos e resultou na prisão de Maduro e de sua esposa, que teriam sido retirados do território venezuelano por via aérea. O presidente norte-americano, no entanto, não informou para onde o casal foi levado nem apresentou provas da ação.

Diante das declarações, a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou desconhecer o paradeiro de Nicolás Maduro e exigiu do governo americano a apresentação de uma prova de vida do chefe de Estado venezuelano.

Na madrugada deste sábado, uma série de explosões foi registrada em Caracas, capital do país. De acordo com a agência Associated Press, ao menos sete explosões foram ouvidas em um intervalo aproximado de 30 minutos. Moradores de diferentes bairros relataram tremores, intenso barulho de aeronaves e correria nas ruas.

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Parte da capital ficou sem fornecimento de energia elétrica, especialmente nas áreas próximas à base aérea de La Carlota, localizada no sul de Caracas. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram colunas de fumaça saindo de instalações militares, além de aeronaves sobrevoando a cidade em baixa altitude.

Logo após os primeiros relatos, o governo venezuelano divulgou um comunicado afirmando que o país estaria sob ataque. Segundo a nota oficial, o presidente Nicolás Maduro teria convocado forças sociais e políticas para ativar planos de mobilização nacional.

“O presidente Nicolás Maduro assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, para proteger os direitos da população, garantir o funcionamento das instituições republicanas e iniciar imediatamente a luta armada”, diz o comunicado. “O país deve se ativar para derrotar esta agressão imperialista.”

Ainda segundo o governo da Venezuela, o objetivo da suposta operação norte-americana seria o controle de recursos estratégicos do país, especialmente petróleo e minerais. Caracas acusa os Estados Unidos de tentarem impor uma “guerra colonial” e promover uma “mudança de regime”.

Por fim, o governo venezuelano declarou que se reserva ao direito de exercer legítima defesa e convocou países da América Latina e do Caribe a se mobilizarem em solidariedade à Venezuela.

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