A morte de James Van Der Beek, eternizado como o Dawson da série “Dawson’s Creek”, aos 48 anos, na última quarta-feira (11/2), reacendeu um alerta importante sobre o câncer de intestino. Em entrevista ao portal LeoDias, o coloproctologista Danilo Munhoz destacou que casos como o do ator têm se tornado mais frequentes e não são exclusivos de idosos.
O médico chama atenção para o crescimento do número de diagnósticos em adultos mais jovens, cenário que também ganhou repercussão no Brasil com a batalha enfrentada por Preta Gil: “O paralelo com a história da Preta Gil, que também enfrentou um câncer colorretal e morreu jovem, amplia ainda mais o alerta para o público brasileiro, porque são duas figuras conhecidas, de universos diferentes”, afirma.
Veja as fotosAbrir em tela cheia James Van Der Beek, o Dawson Leary da série “Dawson’s Creek”Foto/Instagram/@vanderjames James Van Der Beek, o Dawson Leary da série “Dawson’s Creek”Foto/Instagram/@vanderjames James Van Der Beek, o Dawson Leary da série “Dawson’s Creek”Foto/Instagram/@vanderjames James Van Der Beek, o Dawson Leary da série “Dawson’s Creek”Foto/Instagram/@vanderjames Em 20/9/25 fez dois meses que a cantora Preta Gil faleceuCrédito: Reprodução Instagram @pretagil A cantora Preta GilReprodução: Instagram/@pretagil
Voltar
Próximo
Leia Também
Cultura
Morre James Van Der Beek, ator de “Dawson’s Creek”, aos 48 anos
Famosos
“Aprendendo a dar espaço para a saudade”: Bela Gil fala sobre luto após morte de Preta Gil
Famosos
“Onde houver amor, há Preta”, diz Ivete Sangalo em entrevista exclusiva ao portal LeoDias
Segundo o especialista, o aumento dos casos reforça a importância da atenção aos sintomas: “Mudança do hábito intestinal por semanas, sangue nas fezes, dor abdominal recorrente, sensação de evacuação incompleta, perda de peso sem explicação, anemia, cansaço fora do padrão, nada disso deveria ser empurrado para “deve ser estresse”, “deve ser hemorroida”, “deve ser alimentação”.
A perda precoce do ator reforça um alerta que especialistas vêm repetindo: o câncer de intestino não escolhe idade e a informação pode ser decisiva para o diagnóstico precoce: “Em saúde, o tempo importa, e fechar os olhos para sinais claros pode custar caro”, afirmou o especialista, que alerta para o aumento do diagnósticos de câncer colorretal em pessoas mais jovens, abaixo dos 50 anos.
“Quando histórias como a de James e a de Preta chegam ao noticiário, elas também lembram um aspecto humano que costuma ficar escondido: em fases avançadas, o cuidado precisa ser ainda mais completo, com decisões compartilhadas, controle de sintomas, acolhimento da família, e dignidade, porque medicina não é só tratar doença, é cuidar de gente”, pontua Munhoz.