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ACRE

Governo recebe recursos federais para continuidade das obras da Casa da Mulher Brasileira em Rio Branco

Por Cris Menezes 24/02/2026 13:50 Atualizado em 24/02/2026 13:50
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Acre recebeu mais R$ 228,3 mil em recursos federais para a continuidade das obras da Casa da Mulher Brasileira, em Rio Branco. Foto: José Caminha/Secom

O governo do Acre recebeu um novo repasse de recursos para a continuidade das obras da Casa da Mulher Brasileira, em Rio Branco. O montante transferido foi de R$ 228,4 mil, destinado pelo Ministério das Mulheres, por meio da Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres.

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A primeira unidade da capital acreana está sendo construída na Via Verde, próximo à Rodoviária Internacional, no Segundo Distrito. As obras foram  iniciadas em outubro do ano passado.

A liberação do recurso contou com acompanhamento direto da Representação do Governo do Acre em Brasília (Repac), que atuou junto ao ministério para garantir a tramitação técnica e financeira do repasse.

O secretário da Repac, Fabio Rueda, destacou a importância do trabalho institucional desenvolvido na capital federal. “A Representação tem atuado de forma permanente no acompanhamento dos convênios e na articulação com os ministérios. Esse novo repasse demonstra que o Acre está com seus projetos regulares e avançando. Nosso papel é garantir que os recursos cheguem ao Estado para que obras estratégicas, como a Casa da Mulher Brasileira, tenham continuidade e sejam entregues à população”, afirmou.

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O estado foi o primeiro da Região Norte do país a receber o centro de referência. Atualmente, o Acre conta com unidades em Cruzeiro do Sul e Epitaciolândia.

A Casa da Mulher Brasileira concentra em um único local serviços especializados e multidisciplinares, como acolhimento e triagem, apoio psicossocial, delegacia, juizado, Ministério Público, Defensoria Pública, promoção de autonomia econômica, brinquedoteca, alojamento de passagem e central de transportes. O objetivo é facilitar o acesso das mulheres aos serviços de proteção, evitar a revitimização e promover autonomia e empoderamento feminino.

Via Secom

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