Mileide Mihaile responde, em entrevista ao titular deste portal, Leo Dias, pagou pelo posto de Rainha de Bateria da Unidos da Tijuca. Ela ainda reforçou que está disposta a ajudar a agremiação no que for preciso.
Ao falar sobre o posto de Rainha de Bateria, Mileide fez questão de esclarecer que não houve investimento financeiro para assumir o título na Unidos da Tijuca: “Não. Eu não paguei pelo posto, sendo que é super natural hoje em dia”, a dançarina comentou que muitas rainhas optam por pagar pela coroa como uma forma de ajudar financeiramente a escola de samba.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Mileide Mihaile e Cacau Protásio em ensaio da TijucaFotos: Mariana Machado/ Michael Ribeiro Mileide Mihaile e Cacau Protásio em ensaio da TijucaFotos: Mariana Machado/ Michael Ribeiro Mileide Mihaile mostra samba no pé em ensaioFotos/ Divulgação: Léo Cordeiro/ Palmer Assessoria de Comunicação Mileide Mihaile mostra samba no pé em ensaioFotos/ Divulgação: Léo Cordeiro/ Palmer Assessoria de Comunicação Mileide Mihaile visita pela 1ª vez o barracão da Unidos da TijucaFagner Soares Mileide Mihaile visita pela 1ª vez o barracão da Unidos da TijucaFagner Soares
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Mesmo assim, ela fez questão de ressaltar que não critica a prática, considerada uma forma de ajudar a escola de samba.
Sobre sua postura à frente da bateria, a maranhense faz questão de estar presente e disponível para a comunidade: “E sou uma rainha super presente. O que a minha bateria precisar, o que o meu mestre precisar, se tiver ao meu alcance, eu estou lá. Estou lá junto. A comunidade precisa. Às vezes os ritmistas precisam de alguma coisa. São pessoas que estão ali todos os dias”.
Já pensando nos próximos passos, a rainha contou que ainda deseja se envolver mais profundamente com a rotina da escola: “A gente que tem que ajudar mesmo. É importante. Tem que ter essa conexão”, avaliou. “Eu acho que foi tudo muito rápido. Eu ainda quero realizar outras coisas, ainda não tive foi tempo. Porque, assim, eu quero me conectar ainda mais”.
Ao finalizar, Mileide reforçou que segue aberta a colaborar no que for necessário: “Eu quero conhecer mais, saber quais são as necessidades do barracão, da minha bateria, de todos os ritmistas, que eu acho que é essa troca”, declarou. “Eu acredito que seja muito válido, né? Então, eu não paguei, mas eu sou super aberta a ajudar ao que precisar”, a dançarina finalizou.