Um áudio obtido com exclusividade pelo portal LeoDias, em parceria com a jornalista Patricia Calderón, revela o relato de um porteiro que afirma ter conhecimento da agressão que resultou na morte do cão comunitário Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis. No registro, a testemunha diz que o ataque ocorreu na mesma noite em que teve um desentendimento com o grupo apontado como responsável.
“Na mesma noite que eles arranjaram confusão comigo, eles parecem que deram umas pauladas nos cachorros e depois foram lá e mexeram na barraca ainda. São seis folgados que tem aí. São do Água e da Brava eles.”, afirma o porteiro no áudio.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Cachorro Orelha foi vítima de agressões e morreu em Florianópolis (SC)Reprodução: Instagram/@julinhocasares Cachorro Orelha foi vítima de agressões e morreu em Florianópolis (SC)Crédito: Reprodução Instagram @julinhocasares Cão Orelha / Reprodução Instagram Cão Caramelo e Cão OrelhaFoto/G1 Cão OrelhaReprodução: Instagram
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O depoimento reforça a linha de investigação da Polícia Civil, que apura episódios de maus-tratos contra os cães Orelha e Caramelo na região. Segundo o relato, o grupo teria agido de forma violenta e repetida naquela noite, atingindo os animais com golpes.
Até o momento, a investigação aponta o envolvimento de adolescentes nos ataques, mas não há imagens que registrem diretamente a agressão que levou à morte de Orelha.
O cão Orelha foi encontrado gravemente ferido na Praia Brava no início de janeiro, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e precisou passar por eutanásia. O caso gerou forte comoção e ampla repercussão nas redes sociais.
A Polícia Civil também investiga maus-tratos contra outro cão comunitário, chamado Caramelo, que teria sido arremessado contra a grade de um condomínio e jogado ao mar na mesma região.