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SENA MADUREIRA

Som alto vira pesadelo: Moradora com perda auditiva denuncia tortura diária em Sena Madureira

Por Redação 22/02/2026 10:19 Atualizado em 22/02/2026 10:34
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Foto ilustrativa

Uma moradora do bairro Triângulo, em Sena Madureira, denunciou ao YacoNews uma situação de perturbação sonora constante que, segundo ela, vem causando sérios prejuízos à sua saúde e à de sua família. O caso ocorre na Travessa Xiburema, onde, de acordo com o relato, vizinhos utilizam caixas de som em volume elevado diariamente, em diferentes horários.

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Maria Eduarda contou que recentemente passou pela segunda consulta com uma fonoaudióloga, quando foi confirmada uma perda auditiva classificada como moderada a severa. Atualmente, ela utiliza aparelho auditivo unilateral e afirma que o barulho frequente agrava sua condição clínica.

Segundo a moradora, pela manhã o som alto seria colocado por um homem conhecido como “Dheyme”, enquanto no período da tarde e da noite a prática seria mantida por uma vizinha conhecida como “Lila”. A justificativa apresentada, conforme o relato, é de que a caixa de som utilizada é pequena, mas, ainda assim, o volume invade as residências próximas.

A jovem afirma que os efeitos já incluem dores de cabeça constantes, irritação, crises de estresse, aumento da pressão arterial e dificuldades para dormir. Ela relata ainda que chegou a precisar de atendimento hospitalar devido aos impactos causados pelo barulho contínuo.

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Outro fator agravante, segundo Maria Eduarda, é que ela convive com irmãos diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista (TEA). De acordo com o relato, o som alto provoca crises sensoriais, sofrimento emocional e grande desconforto nos familiares.

No desabafo, a moradora destaca que quem reclama de barulho muitas vezes é visto como exagerado, quando, na realidade, busca apenas o direito ao sossego e à qualidade de vida. Ela defende que o uso de fones de ouvido seria uma alternativa para evitar prejuízos a terceiros.

O caso chama atenção para a importância do respeito às normas de convivência e ao direito ao silêncio, especialmente quando situações de saúde e vulnerabilidade estão envolvidas. Até o momento, não há informações sobre registro formal da ocorrência junto às autoridades.

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