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André Luiz Miranda comemora protagonismo negro na TV: “Público queria se ver na tela”

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André Luiz Miranda comemora protagonismo negro na TV: “Público queria se ver na tela”

No ar na reprise de “Terra Nostra”, e também no protagonismo de “Dona Beja” na Band, André Luiz Miranda agora celebra mais um trabalho: “A Nobreza do Amor”, da Globo. Em entrevista à Katharine Alves, do portal LeoDias, o artista comemorou o protagonismo negro nas novelas e destacou que esse movimento reflete o próprio público brasileiro, cada vez mais interessado em se ver representado nas telas.

André se mostrou emocionado ao refletir sobre a própria trajetória e as conquistas atuais: “Tudo que eu plantei lá atrás, eu tô colhendo agora, nesse 2026 lindo, com projetos lindos e personagens maravilhosas”, celebrou o ator, que vive Akin na novela sobre o reino fictício de Batanga: “Aqui foi literalmente um presente: eu recebi o convite praticamente no dia do meu aniversário”, brincou.

Veja as fotosAbrir em tela cheia André Miranda celebra protagonismo negro na TVportal LeoDias André Miranda celebra protagonismo negro na TVportal LeoDias André Luiz Miranda conta como é atuar ao lado de BeloReprodução/Portal LeoDias André Luiz Miranda foi Daniel, o “Batuca”, em “Floribella”Divulgação | Reprodução Instagram André Luiz Miranda conta como é atuar ao lado de BeloReprodução/Portal LeoDias/GloboPlay

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O ator também contou que a trama representa uma história potente e ainda pouco explorada na televisão: “Eu acho importante a gente contar essas histórias, ainda mais para essa nossa geração, a geração da minha filha, para ter uma princesa preta na TV aberta. Para que ela possa representar essas crianças e elas possam se sentir representadas por essa princesa”, exaltou.

André relembrou o começo na televisão e destacou o significado de protagonizar uma produção neste momento mais maduro: “Um momento muito legal da minha vida, com uma maturidade cênica, maturidade na vida, e representando essas pessoas que sempre foram invisibilizadas no passado, essas histórias que foram invisibilizadas, não está no lugar de subserviência, não está com a cabeça abaixada”.

Por fim, o ator avaliou que o aumento do protagonismo negro nas produções é resultado direto de anos de cobrança e mobilização do próprio público: “Então eu acho que o audiovisual abriu os olhos para isso, enxergou que o público queria se ver na tela. Então nada mais é do que o resultado de toda a luta, de toda a perseverança do público de querer se assistir”, ele encerrou.

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