A equipe médica de Jair Bolsonaro atualizou o estado de saúde do ex-presidente na manhã deste domingo (15/3). Internado para tratar uma pneumonia, ele apresentou melhora após ter a função renal comprometida. Mesmo assim, exames mostraram sinais de que a inflamação voltou a aumentar. Por isso, os médicos decidiram reforçar o tratamento com antibióticos. Bolsonaro segue internado e ainda não há previsão de alta.
Em um novo boletim, o hospital no Distrito Federal onde o ex-presidente está internado detalhou que ele permanece na UTI recebendo tratamento para uma pneumonia bacteriana: “O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva do hospital DF Star em tratamento de pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração”, iniciaram.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Jair Messias BolsonaroReprodução Instagram Renan Bolsonaro Bolsonaro não ficou bilionário com a Mega da Virada, mas acertou a quadraCrédito: Reprodução Instagram @jairmessiasbolsonaro Bolsonaro não ficou bilionário com a Mega da Virada, mas acertou a quadraCrédito: Reprodução Instagram @jairmessiasbolsonaro Bolsonaro não ficou bilionário com a Mega da Virada, mas acertou a quadraCrédito: Reprodução Instagram @jairmessiasbolsonaro Jair BolsonaroReprodução / Instagram Carlos Bolsonaro publica foto antiga do pai no hospitalReprodução/Instagram/@carlosbolsonaro
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No entanto, diante das alterações observadas nos exames, os médicos explicaram que foi necessário ajustar o tratamento para combater a infecção: “Evoluiu com estabilidade clínica e melhora da função renal, porém com nova elevação dos marcadores inflamatórios no sangue. Em decorrência destas alterações, houve necessidade de ampliar a cobertura dos antibióticos”, afirmaram.
Por enquanto, a equipe reforça que o ex-presidente continuará sob cuidados intensivos e sem previsão de deixar a UTI: “Segue com suporte clínico intensivo e com intensificação da fisioterapia respiratória e motora. Não há previsão de alta da UTI neste momento”, declararam.
Na sexta-feira (13/3), o médico Cláudio Birolini alertou que Jair Bolsonaro corria risco de morte caso a pneumonia progredisse para insuficiência respiratória, condição em que os pulmões deixam de fornecer oxigênio suficiente ao corpo. Ele destacou que a equipe médica enfrenta um quadro extremamente delicado, que ameaça a vida do ex-presidente. Posteriormente, Bolsonaro apresentou piora da função renal.

