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Internet redescobre extinto grupo SNZ e hits do passado explodem nas plataformas digitais

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Internet redescobre extinto grupo SNZ e hits do passado explodem nas plataformas digitais

Aperte o cinto e se prepare para viajar na máquina do tempo! Nos últimos dias, as redes sociais foram tomadas por vídeos antigos do extinto grupo brasileiro SNZ, formado em 1997 pelas irmãs Sarah Sheeva, Nãna Shara e Zabelê, filhas da cantora Baby do Brasil com o guitarrista Pepeu Gomes, e que fizeram parte da explosão pop que dominou a década de 2000.

O viral foi tão surpreendente que hits que embalaram as rádios e as festas na era pré-internet voltaram a ser destaque nas principias plataformas de streaming no Brasil, como “Retrato Imaginário” e “Se Eu Pudesse”.

Para se ter ideia, do dia 15 de março até a última segunda-feira (23/04), “Retrato Imaginário” subiu quase 10 mil impressões no Spotify, de acordo com a contagem feita pelo perfil @RianTw1ttwer, que comenta sobre cultura pop no X.

Com quatro álbuns de estúdio lançados durante sua trajetória com pouco mais de 10 anos em atividade, o SNZ, as meninas estilosas, do cabelo pintado, estrearam na HOT 100 Brasil com o single “Longe do Mundo”, mas já eram conhecidas do público na época, pois sempre eram apresentadas pelos pais nos programas de televisão.

A letra de “Retrato Imaginário” é de Débora Blando e Dudu Caribé e possui duas versões. O remix assinado pelo musicista G-Vô foi o que deu ao grupo uma cara ainda mais comercial com as características de artistas globais daquela época, como Britney Spears e outras do gênero.

Entre 2006 e 2009, o SNZ sofreu instabilidades na formação, com desfalque em alguns períodos antes da extinção.

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