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Liminha explica exigências de Daniela Beyruti para o retorno do “Viva a Noite” no SBT

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Liminha explica exigências de Daniela Beyruti para o retorno do “Viva a Noite” no SBT

O SBT está em festa com o aguardado retorno do “Viva a Noite” à sua grade de programação, e se tem alguém que é a verdadeira enciclopédia viva da atração, é Liminha! Entrevistado por Fernanda Siccherolli, do portal LeoDias, o icônico assistente de palco abriu o baú de memórias, relembrou o início do projeto ao lado de Gugu Liberato e revelou bastidores da nova versão do programa.

Com a propriedade de quem ajudou a construir o formato desde o “ano zero”, ele contou que sua história com o “Viva a Noite” começou de forma despretensiosa. Na época, Liminha já auxiliava Gugu no “Sessão Premiada”, durante as madrugadas, quando recebeu o convite para gravar o piloto da atração.

Veja as fotosAbrir em tela cheia LiminhaCrédito: Portal LeoDias Daniela BeyrutiCrédito: Divulgação Daniela BeyrutiCrédito: Divulgação SBT

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“O programa, antigamente, era só musical. Na pista 1 era concurso de dança, funk, e na 2 gafieira… Eu ficava auxiliando ele pra pedir aplauso pro auditório”, relembrou. O assistente também fez questão de dividir os méritos da criação do formato clássico com os diretores da época, como Homero Salles e Magrão, além de destacar a genialidade da mente por trás do projeto: a argentina Nelly Raymond. Segundo Liminha, foi ela quem trouxe a essência caótica e divertida que consagrou o programa, inventando quadros inesquecíveis como o “Sonho Maluco”.

Novo “Viva a Noite”
Agora, com o retorno da atração sob nova direção, o passado se fez mais presente do que nunca. Questionado se foi consultado para ajudar na implementação do novo “Viva a Noite”, Liminha revelou uma exigência direta e saudosista de Daniela Beyruti, diretora executiva e presidente do SBT.

Quando o projeto foi apresentado para Daniela, a ordem foi clara: manter a essência original. “Ela falou: ‘Eu quero fazer o ‘Viva a Noite’, mas eu quero como era antes. O Liminha era antes’. Tanto é que a roupa que eu estou usando é a mesma”, entregou o assistente, explicando que o clássico uniforme vermelho e branco era uma estratégia de gravação da época para manter a continuidade visual.

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