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Relatório revela inconsistência de receitas do Corinthians em plano de pagamento; entenda

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Relatório revela inconsistência de receitas do Corinthians em plano de pagamento; entenda

Um relatório apresentado no processo do Regime de Centralização de Execuções (RCE) do Corinthians identificou divergência significativa entre os valores informados pelo clube e os montantes efetivamente movimentados em suas contas. De acordo com a petição elaborada por perito nomeado pela Justiça, foram declarados R$ 64.202.368,75 em receitas no mês de fevereiro, enquanto a análise do administrador judicial aponta entrada de R$ 213.414.738,29, resultando em uma diferença de R$ 149.212.369,37.

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A inconsistência, segundo o documento, está relacionada à exclusão de valores classificados como “operações financeiras” (R$ 76.878.105,68), “transferências” (R$ 65.508.053,90) e “negociação de atleta” (R$ 6.826.209,79). Diante desse cenário, o administrador judicial solicitou que o clube se manifeste oficialmente e apresente esclarecimentos, além de indicar a destinação de recursos oriundos de vendas de jogadores para eventual utilização em leilão reverso. Caso contrário, os valores podem ser incorporados ao fluxo de pagamento do mês seguinte.

Veja as fotosAbrir em tela cheia Reprodução/corinthians Camisa do Corinthians amarelaReprodução/Instagram: @corinthians Reprodução/x: @corinthians

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Os registros da perícia também indicam que, em 24 de fevereiro, o Corinthians possuía R$ 20.263.768,87 em caixa. Com base nisso, foi estruturado um plano de rateio entre credores, com previsão de início dos pagamentos a partir da homologação, considerando uma dívida imediata de aproximadamente R$ 226 milhões, valor inferior ao montante total estimado em cerca de R$ 700 milhões como “perdas prováveis” dentro do regime.

O processo ainda reúne manifestações de credores que apontaram inconsistências adicionais na lista apresentada pelo clube, além de questionamentos sobre critérios de distribuição de receitas e prazos para novas contestações. Em resposta, o perito destacou que a legalidade do plano já foi analisada ao longo do processo e deve ser mantida.

Em declaração à ESPN, o Corinthians reconheceu a divergência e informou: “Trata-se de valor gerencial de caixa que será conciliado com a contabilidade, conjuntamente com o administrador judicial”.

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