O caso envolvendo a segurança de Chappell Roan, que teria pedido para a enteada do jogador do Flamengo Jorginho, filha biológica do ator Jude Law, se afastar da artista, resultando em choro por parte da garota de 11 anos, teve novos desdobramentos com a revelação da identidade do profissional pelo site Daily Mail e confirmação do portal LeoDias.
O episódio envolvendo Jorginho e a cantora Chappell Roan começou com um relato publicado pelo jogador nas redes sociais, após uma situação ocorrida em um hotel em São Paulo durante o Lollapalooza Brasil. Segundo ele, sua enteada, Ada Law, de 11 anos, ficou animada ao reconhecer a artista no café da manhã, mas não chegou a abordá-la. Apenas olhou, sorriu e voltou para a mesa.
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Ainda assim, um segurança teria se aproximado e, de forma considerada agressiva, repreendeu a mãe e a criança, acusando a menina de desrespeito ou assédio. Jorginho criticou a abordagem, classificando o episódio como desproporcional e destacando que a filha ficou assustada e chorou, além de fazer críticas mais amplas à postura da equipe da cantora.
Nesta terça-feira (24/3), a identidade do segurança foi revelada pelo site Daily Mail e confirmada pelo portal LeoDias. Pascal Duvier, 53 anos, seria o profissional responsável por fazer Ada chorar.
Duvier estaria fazendo a segurança de Chappell Roan quando o episódio aconteceu, informação negada pela artista. “Vou contar apenas a minha versão da história sobre o que aconteceu hoje com uma mãe e uma criança que tiveram um desentendimento com um segurança, que não faz parte da minha segurança pessoal. Eu nem vi. Eu nem vi a mulher e a criança. Ninguém veio falar comigo. Ninguém me incomodou. Eu estava tomando café da manhã no meu hotel. Acho que essas pessoas também estavam hospedadas lá”, declarou a cantora.
Apesar da declaração, o Daily Mail confirmou, que de fato, Pascal Duvier estava a serviço de Chappell Roan.
Segunda a apuração, esse não seria o primeiro escândalo que Pascal esteve envolvido. O segurança também teve parte no caso do roubo das joias de Kim Kardashian em 2016. Na época, o homem também era responsável pela proteção da famosa e acabou sendo demitido, além de processado após o ocorrido.

