A paz e a privacidade dos astros do BTS viraram caso de polícia e de tolerância zero para a BIGHIT MUSIC. No embalo do lançamento do aguardado álbum “ARIRANG”, que marcou o retorno do septeto após quase quatro anos longe dos palcos, a agência que gerencia o fenômeno do K-pop decidiu dar um basta nos abusos cometidos por parte do público e por haters na internet.
O estopim para medidas tão drásticas envolve perseguições assustadoras e até a prisão de uma fã brasileira. O alerta vermelho disparou de vez após Jung Kook enfrentar situações de pânico no último ano. O cerco ao artista chegou a um nível tão crítico que a casa dele foi invadida diversas vezes.
Veja as fotosAbrir em tela cheia BTS em “Arirang”Crédito: Reprodução Jin, Suga, J-Hope, RM, Jimin, V e Jungkook, do BTSCrédito: Divulgação/BIGHIT MUSIC Jin, Suga, J-Hope, RM, Jimin, V e Jungkook, do BTSCrédito: Reprodução Instagram @bts.bighitofficial
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O ápice do absurdo aconteceu no início de janeiro, quando uma mulher brasileira acabou detida pelas autoridades após seguir o astro de perto. Diante da profunda ansiedade e do estresse causados aos membros do grupo, a empresa apertou a segurança física. Atitudes como rondar a residência, gravar vídeos do local, esperar os artistas na porta ou tentar qualquer aproximação forçada agora geram denúncias imediatas.
A equipe passou a atuar 24 horas por dia para reunir provas e enquadrar os infratores na lei de crimes de perseguição e invasão de propriedade. No ambiente virtual, a caça aos perfis maliciosos ganhou reforços de peso. A agência ampliou drasticamente seu time de funcionários focados em vasculhar a internet em busca de difamações, injúrias e boatos falsos, contando também com a ajuda de denúncias enviadas pelos próprios fãs.
A ordem atual é processar civil e criminalmente, sem qualquer chance de acordo ou clemência, exigindo colaboração para a construção de uma cultura de fãs mais madura e respeitosa.

