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ENTRETENIMENTO

Justiça do RJ manda internar menor envolvido no estupro coletivo em Copacabana

Por Portal Leo Dias 18/04/2026 20:34
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Atenção: a matéria a seguir traz relatos sensíveis de agressão e abuso sexual e pode ocasionar gatilhos sobre estupro, violência contra a mulher e violência doméstica. Caso você seja vítima deste tipo de violência, ou conheça alguém que passe ou já passou por isso, procure ajuda e denuncie. Ligue para o 180.

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A Justiça do Rio de Janeiro bateu o martelo e determinou a internação do adolescente de 17 anos apontado como o grande articulador de um estupro coletivo contra uma jovem da mesma idade. O crime chocante aconteceu em janeiro deste ano, em um apartamento em Copacabana, na Zona Sul carioca.

Segundo as informações da Folha de S. Paulo, a decisão, na última sexta-feira (17/4), estabelece que o menor cumprirá a medida socioeducativa, a mais severa prevista pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ele não terá direito a atividades externas por, no mínimo, seis meses, com possibilidade de prorrogação por até três anos.

Veja as fotosAbrir em tela cheia Polícia do RJ procura por 4 jovens suspeitos de estupro coletivo contra adolescente de 17 anosDivulgação: Polícia Civil do Rio de Janeiro ‘Ela se sentia muito culpada e dizia que queria desistir da vida’, conta mãe de adolescente de 17 anos vítima de estupro coletivo no RioFoto: Jornal Nacional/ Reprodução Acusado de estupro coletivo indo se entregarReprodução / Globo

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Ao proferir a sentença, a juíza Vanessa Cavalieri foi categórica ao classificar a atitude do jovem como uma verdadeira “emboscada”, destacando também a falha da rede familiar em impor limites ao rapaz. O desenrolar do caso revelou requintes de crueldade: aproveitando-se do fato de ser ex-namorado da vítima, o adolescente a atraiu para o imóvel sob a promessa de um encontro a dois.

Por outro lado, o circuito de câmeras do prédio comprovou que quatro homens maiores de idade já aguardavam escondidos no local. Além do menor, o caso levou à prisão de quatro adultos: Vitor Hugo Simonin, Bruno Felipe dos Santos Alegretti, Matheus Veríssimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho, todos indiciados por estupro coletivo qualificado e cárcere privado.

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