Luciano Huck é um dos presentes na gravação da 56ª edição do “Troféu Imprensa”, no SBT, em São Paulo. Além dele, outros destaques da TV Globo também estão entre os candidatos à premiação entregue pelo canal de Silvio Santos. E foi justamente sobre essa integração entre as emissoras que o apresentador conversou com a repórter Mônica Apor, do portal LeoDias.
De acordo com ele, esse é um movimento que começou há poucos anos e deve ser motivo de celebração: “A TV aberta está cada vez mais aberta. Eu faço televisão há 30 anos e, quando eu comecei, não tinha nem internet. Hoje em dia, vocês estão produzindo com celular, com microfone. Olha a quantidade de câmeras que tem aqui. É muito diferente a produção de conteúdo”.
Veja as fotosAbrir em tela cheia O contratado da TV Globo é um dos finalistas na categoria “Melhor Apresentador”.Portal LeoDias Luciano Huck atendeu à imprensa antes do início do Troféu Imprensa.Portal LeoDias Luciano Huck apresentou o “Melhores do Ano”Reprodução: Globo Luciano Huck conversou com a repórter Monique Arruda, do portal LeoDias.Portal LeoDias Luciano Huck conversou com a repórter Monique Arruda, do portal LeoDias.Portal LeoDias
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“Então, a TV aberta segue firme. Por mais que você tenha streaming e internet, o papel da TV aberta é conectar o país. De graça, aberta, em qualquer canto. E isso eu falo da TV Globo, SBT, Record, Bandeirantes, TV Gazeta, RedeTV!. Se hoje o Brasil conhece as suas diferenças, conhece os seus sotaques, conhece as suas músicas regionais, é muito por conta da TV aberta”, continuou Luciano.
O apresentador, que afirma considerar o “Troféu Imprensa” uma celebração de toda a categoria, seguiu destacando a maior liberdade entre as emissoras: “A TV Globo ter aceitado e gostado da ideia de abrir o palco do ‘Domingão’ para homenagear grandes nomes da televisão, como foi com Carlos Alberto de Nóbrega, Raul Gil, Moacyr Franco, Silvio Santos e Gugu, é sobre celebrar”.
“É sobre celebrar esse veículo que se comunica com o Brasil em todos os cantos. Não é questão de concorrência, eu acho que estamos produzindo televisão, e acho que cada um quer fazer o seu melhor e se comunicar como pode, e aí cabe ao público. Quanto mais a gente assiste uma coisa ou outra, é uma decisão soberana do público. Vamos fazer! A gente tem que trabalhar”.

