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POLICIAL

Queda nas mortes violentas em Rio Branco chega a 43% em 2026

Por Cris Menezes 28/04/2026 15:38 Atualizado em 28/04/2026 15:52
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O Governo do Estado do Acre registrou uma queda nas mortes violentas em Rio Branco nos quatro primeiros meses de 2026, consolidando a efetividade das novas estratégias de segurança pública. De acordo com dados oficiais da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), a capital acreana apresentou uma redução expressiva em comparação ao mesmo período do ano passado, com destaque para a queda de 43% nos dois primeiros meses do ano.

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O levantamento, realizado pela Diretoria do Observatório da Sejusp, aponta que o trabalho integrado das forças policiais e o monitoramento estratégico têm sido fundamentais para o recuo dos índices de criminalidade.

Trabalho de monitoramento eletrônico é realizado 24h. Foto: Isabelle Nascimento/Iapen

Os indicadores criminais mostram que o combate ao crime organizado e a presença ostensiva nas ruas surtiram efeito imediato. Confira o comparativo de redução mensal:

  • Janeiro: Queda de 43%

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  • Fevereiro: Queda de 43%

  • Março: Queda de 30%

  • Abril: Queda de 25%

Além da redução nos homicídios em geral, o estado celebra a marca de 100% de redução nos casos de feminicídio em períodos específicos analisados. O titular da Sejusp, José Américo Gaia, reforça que o foco é o cuidado com as pessoas. “Sabemos que muito ainda temos a avançar, mas estamos no caminho correto. Oferecer segurança é prioridade do governo”, afirmou o gestor.

O uso da tecnologia também é um pilar central desse resultado:

  1. Monitoramento Eletrônico: Vigilância realizada 24 horas por dia pelo Iapen.

  2. Patrulha Maria da Penha: Atuação direta na prevenção à violência doméstica.

  3. Estratégias de Inteligência: Embasa ações de combate ao crime em todo o estado.

Trabalho de monitoramento por câmeras auxilia na rápida resposta policial | Foto: Isabelle Nascimento/Iapen

Para a população, os números trazem esperança. “É muito triste ver jovens morrendo cedo por causa do crime. Precisamos que esse trabalho continue”, relatou a aposentada Ivanilde Lopes, moradora da capital.

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