O portal LeoDias teve acesso com exclusividade a detalhes do documentário inédito, intitulado provisoriamente, “Suzane vai falar”, produção da Pulsa Filmes e da Netflix que ainda não tem data oficial de lançamento. A obra mergulha na versão de Suzane von Richthofen sobre sua própria história, trazendo relatos que vão além do crime e exploram sua vida dentro e fora da prisão.
Com cerca de duas horas de duração e exibido em episódio único, o documentário reúne depoimentos de nomes como o jornalista Valmir Salaro, a criminalista Ilana Casoy e a delegada Cíntia Tucunduva. Ao longo da produção, Suzane revisita momentos marcantes de sua trajetória, incluindo episódios polêmicos e relações pessoais construídas durante o período em que esteve presa.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Suzane von Richthofen em documentário na NetflixFoto: Reprodução Suzane von Richthofen em documentário na NetflixFoto: Reprodução Suzane von Richthofen em documentário na NetflixFoto: Reprodução Suzane von Richthofen em documentário na NetflixFoto: Reprodução Suzane von Richthofen em documentário na NetflixFoto: Reprodução
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Suzane von Richthofen fala sobre assassinato dos pais e revela por que crime foi planejado
Entre os pontos que mais chamam atenção está o que seria o único momento em que Suzane demonstra emoção. Ao falar sobre o irmão, ela se comove diante das câmeras, uma reação rara ao longo de todo o documentário. Ainda assim, a cena levanta questionamentos, já que as lágrimas são vistas como pouco convincentes diante do tom geral adotado em outros trechos da produção.
Outro destaque é o relato sobre o relacionamento com Sandrão, vivido durante sua passagem pela penitenciária de Tremembé. Suzane afirma que se envolveu por solidão, em um contexto de isolamento dentro do sistema prisional. O documentário, no entanto, também traz a versão da então diretora da unidade, que contesta percepções anteriores e afirma que Sandrão não exercia qualquer liderança no presídio, descrevendo-a como uma pessoa “fofa”.
A produção ainda revisita controvérsias do caso, como a suposta festa que Suzane teria promovido após o assassinato dos pais, versão negada por ela de forma categórica. Também há críticas às condições de unidades prisionais por onde passou, além de relato sobre episódio de assédio que Suzane diz ter sofrido por parte de um promotor de Justiça em Ribeirão Preto, que teriam influenciado sua transferência para Tremembé.
Apesar do conteúdo revelador, a versão disponibilizada até o momento ainda não é definitiva. O material foi liberado sem finalização completa, com ausência de correção de cor e inserções de reportagens antigas que ainda exibem logomarcas de emissoras.
Por enquanto, o documentário segue restrito a um grupo seleto de assinantes da Netflix, que tiveram acesso antecipado ao conteúdo. Mesmo sem previsão de estreia para o público geral, a produção já desperta forte repercussão ao expor novos detalhes da história que marcou o país.
O documentário encerra com Suzane na praia ao lado do filho, uma imagem que demonstra um recomeço após o crime.

