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ENTRETENIMENTO

Thriller de ação “Rio de Sangue” destaca força feminina e entrega o melhor do cinema brasileiro

Por Portal Leo Dias 01/04/2026 15:34
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O longa-metragem “Rio de Sangue”, dirigido por Gustavo Bonafé e protagonizado por Giovanna Antonelli e Alice Wegmann, traz o melhor do cinema brasileiro em um gênero pouco difundido no Brasil: o thriller de ação. A produção inova ainda mais ao colocar personagens femininos em papéis historicamente dados a homens.

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Durante as 1 hora e 45 minutos de filme, o público irá se emocionar com a luta de uma mãe (Giovanna Antonelli), uma policial jurada de morte pelo narcotráfico, para salvar a filha (Alice Wegmann), uma médica que atua em comunidades ribeirinhas, de um grupo de garimpeiros que atuam na região de Santarém, no Pará, além do esforço da própria filha em tentar sobreviver.

Veja as fotosAbrir em tela cheia “Rio de Sangue” será lançado em 16 de abril nos cinemasCrédito: Divulgação/Barbara Vale “Rio de Sangue” será lançado em 16 de abril nos cinemasCrédito: Divulgação/Barbara Vale “Rio de Sangue” será lançado em 16 de abril nos cinemasCrédito: Divulgação/Barbara Vale “Rio de Sangue” será lançado em 16 de abril nos cinemasCrédito: Divulgação/Barbara Vale “Rio de Sangue” será lançado em 16 de abril nos cinemasCrédito: Divulgação/Barbara Vale “Rio de Sangue” será lançado em 16 de abril nos cinemasCrédito: Divulgação/Barbara Vale “Rio de Sangue” será lançado em 16 de abril nos cinemasCrédito: Divulgação/Barbara Vale

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A trama principal da ação se sustenta no amor maternal, mas conta com um enredo bem costurado, com denúncias sobre o que acontece nas áreas de preservação ambiental, deixando o drama ainda mais real e angustiante.

O público ainda irá lidar com reviravoltas surpreendentes na história e se manter vidrado nos momentos de ação, que envolvem cenas fortes de morte e luta corporal, deixando os espectadores ainda mais tensos com o que pode vir a seguir, além do trabalho dos atores, que entregam toda a emoção e energia do momento.

A produção ainda acerta em cheio ao apostar em um personagem caricato que, apesar de ser coadjuvante, tem um papel fundamental para o desfecho da história, com um apelo mais emocional ligado às tribos indígenas.

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