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BRASIL

Brasil no Brics e G7: governo discute guerra, energia e minerais estratégicos

Por Camila Souza 12/05/2026 20:50
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O governo brasileiro deve colocar no centro das discussões internacionais temas como guerra, energia e minerais estratégicos durante as próximas reuniões do Brics e do G7, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan. A pauta ganha destaque em meio ao aumento das tensões geopolíticas no cenário global.

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A estratégia do governo é antecipar impactos econômicos de conflitos internacionais e reduzir riscos para setores como combustíveis, agronegócio e mineração no Brasil.

Brasil busca posição estratégica em cenário global

A agenda internacional inclui viagens à Moscou e posteriormente a Paris, onde o Brasil participará de reuniões ligadas ao Brics e ao G7.

O foco das negociações será a proteção da economia brasileira diante dos efeitos de guerras internacionais e da instabilidade no comércio global.

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Segundo Durigan, o objetivo é preparar o país para possíveis cenários de crise.

“O tema de como a gente se prepara e protege o Brasil da guerra é o tema que mais me importa”, afirmou o ministro.

Minerais estratégicos entram na pauta principal

Outro ponto central da agenda será a discussão sobre minerais críticos, como terras raras, nióbio e grafeno. O Brasil busca ampliar sua presença como fornecedor global desses recursos, essenciais para tecnologia e transição energética.

O país pretende fortalecer sua posição frente à dependência internacional da produção concentrada em outras economias, especialmente a China.

Governo defende industrialização interna

O ministro destacou ainda que o novo marco legal do setor mineral busca garantir segurança jurídica para investidores estrangeiros, sem abrir mão da soberania nacional.

“O primeiro pilar é soberania; o segundo é incentivar a industrialização local”, afirmou Durigan.

A estratégia do governo é evitar a exportação apenas de matéria-prima, defendendo maior processamento dentro do país para geração de empregos e valor agregado.

Com informações da Agência Brasil.

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