Ícone do site YacoNews

Padrasto é preso por estupro de vulnerável contra enteadas em Rodrigues Alves; uma das vítimas engravidou aos 14 anos

Polícia Civil durante operação de prisão em Rodrigues Alves.

homem foi preso pela Polícia Civil do Acre suspeito de abusar de duas enteadas uma criança de 9 anos e uma jovem de 17.

Uma ação da Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Rodrigues Alves, resultou na prisão de um homem na manhã desta quarta-feira, 20. Ele é acusado dos crimes de estupro e estupro de vulnerável praticados contra as próprias enteadas, uma criança de 9 anos e uma adolescente de 17 anos.

O caso, que chocou a comunidade local, passou a ser investigado após uma denúncia formalizada pelo Conselho Tutelar.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Marcílio Laurentino, o Conselho Tutelar acionou a polícia após relatos de que a criança de 9 anos vinha sofrendo abusos sexuais por parte do padrasto. Testemunhas relataram ter visto o suspeito saindo de madrugada de um matagal, nas proximidades da balsa do município, acompanhado da menor, um fato que já era de amplo conhecimento e repercussão na cidade.

Exame de corpo de delito: A criança foi encaminhada para exames periciais. O laudo médico constatou o rompimento de hímen antigo e cicatrizado, confirmando que houve conjunção carnal em episódios anteriores.

A genitora da vítima também foi ouvida inicialmente pela autoridade policial, ao ser ouvido na delegacia, o homem negou veementemente todas as acusações.

No decorrer das investigações, a polícia recebeu uma nova denúncia apontando que a outra filha da companheira do suspeito, hoje com 17 anos, também teria sido vítima do padrasto.

Em depoimento, a adolescente confirmou os abusos e revelou ter sido estuprada por ele quando tinha apenas 14 anos. Na mesma época da violência, a jovem engravidou. Até o momento, ela não sabe se a paternidade da criança é do acusado ou de seu namorado na época.

O delegado Marcílio Laurentino informou que a adolescente, o filho dela e o suspeito passarão por exames de DNA para que a paternidade seja legalmente identificada. “Um dos pontos que mais chamou a atenção da equipe de investigação foi o fato de o agressor ter retornado a residir na mesma casa que as vítimas, mesmo após os episódios relatados. Por conta disso, a conduta da mãe será rigorosamente apurada para determinar se houve conivência ou omissão da parte dela em relação aos crimes cometidos contra as filhas”, disse Laurentino.

O acusado permanece detido e será encaminhado para a audiência de custódia nesta quinta-feira, 21, onde o Poder Judiciário avaliará a manutenção de sua prisão preventiva.

 

 

Sair da versão mobile