Procurada pela Interpol, Deolane escapou de prisão na Itália um dia antes de operação, diz polícia
Os bastidores da prisão de Deolane Bezerra, ocorrida na manhã desta quinta-feira (21/5) em Alphaville (SP), ganharam contornos de roteiro de cinema. A influenciadora digital e advogada estava na mira da Interpol e por muito pouco não foi detida no exterior.
Segundo as informações da CNN Brasil e das autoridades, a coordenação da Operação Vérnix estava em Roma e o plano original era prendê-la na Itália, onde ela já estava hospedada há semanas. O nome da famosa chegou a ser incluído na Difusão Vermelha para mandado de prisão internacional, mas a ação precisou ser recalculada de última hora.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Deolane Bezerra em sua última publicação antes de ser presa: “Amanhã vou ficar bem ativa aqui nessas redes”Reprodução: Instagram/@deolane Deolane horas antes de ser presaReprodução: Instagram/@deolane Deolane horas antes de ser presaReprodução: Instagram/@deolane
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A terceira fase da investigação aponta que a influenciadora teria ligações umbilicais com o Primeiro Comando da Capital (PCC). De acordo com os investigadores, Deolane passou a ocupar uma posição de destaque no inquérito policial após o cruzamento de dados revelar movimentações financeiras milionárias e incompatíveis com seu patrimônio.
A pista crucial que puxou o fio da meada e deu origem a esta etapa da Operação Vérnix surgiu a partir de materiais extraídos de um celular apreendido em uma ação policial anterior. O objetivo agora é desmantelar um complexo esquema de lavagem de capitais.
Além da influenciadora, a operação mira a alta cúpula do crime organizado. Familiares de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, estão entre os alvos dos mandados de prisão. O líder máximo do PCC, que já cumpre pena na Penitenciária Federal de Brasília, também figura na lista da operação.