Stênio Garcia sofre embargo após vitória na Justiça contra ex-mulher e filhas; defesa reage
Stênio Garcia teve pouco tempo para comemorar sua vitória no imbróglio judicial que vive contra a ex-mulher, Clarice Piovesan, e as filhas, Cássia e Gaya. O ator havia conquistado o direito de receber uma quantia mensal de R$ 5 mil pelo uso de um imóvel na zona sul carioca, que virou o centro de uma disputa familiar. Na noite desta quarta-feira (6/5), no entanto, antes mesmo que a notícia favorável completasse suas primeiras 24 horas, a história ganhou um novo rumo. Entenda!
O artista tinha garantido o direito a R$ 5 mil por mês pelo uso da propriedade. Porém, a advogada de suas filhas, Dra. Sylvia Drumond (Presidente do Tribunal de Ética e Vice-Presidente da OAB/RJ), ingressou com Embargo de Declaração. O documento é um recurso cuja única finalidade é esclarecer eventuais dúvidas sobre a decisão judicial.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Stênio GarciaCrédito: Reprodução Instagram Stênio Garcia com as filhasCrédito: Reprodução Instagram Stênio Garcia com as filhasCrédito: Reprodução Redes Sociais Stênio Garcia com as filhas e a esposaCrédito: Reprodução Instagram Stênio GarciaCrédito: Reprodução @steniogarciaoficial
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Segundo a defesa de Stênio, o recurso foi utilizado para confrontar diretamente a magistrada, contestando pontos que, supostamente, na visão da advogada da parte contrária, deixaram de ser apreciados.
“Entre os mais importantes, chama a atenção para a nova tentativa (terceira vez) de tentar retirar de Stênio o seu direito à gratuidade de justiça, o que, na prática, se viesse a ocorrer, impediria o acesso à justiça a um idoso de 94 anos que já comprovamos estar em estado de vulnerabilidade. O que mais chama atenção, contudo, é que, após a primeira vitória e após termos enaltecido o trabalho da imprensa brasileira, que vem exercendo seu papel constitucional de fiscalização social, a Dra. Sylvia requer ao juízo que silencie Stênio, seus advogados e a imprensa brasileira, ferindo, portanto, além do direito fundamental do idoso, o princípio da publicidade dos atos públicos e da liberdade de imprensa”, destacou em nota Luiz Mantovani, advogado do ator.
O representante do artista ainda completou: “Se faz necessário esclarecer que, no início dessa ação, esta bancada advocatícia havia pedido o segredo de justiça e foi negado pela magistrada, decisão que hoje vemos ter sido acertada e alinhada com os princípios constitucionais. Nosso pleito na época visava proteger o ânimo e a saúde do idoso. O pleito delas, no entanto, parece ser o de jogar o processo nas sombras para que seja decidido longe dos olhares do povo. A alegação da advogada é que seria para a proteção das filhas de Stênio e para a ‘higidez processual’, ou seja, ao contestar a higidez de um processo apenas por sua publicidade, a advogada das rés insinua, ainda que tacitamente, que a magistrada apoia suas decisões em matérias midiáticas e não na legislação, o que a ilustre juíza já demonstrou não ser verdade. A ética deve sempre abraçar o sol e não a lua,. Nesse sentido, lamentamos a infelicidade do pedido e nos manifestaremos nos autos do processo tempestivamente”.
O patrimônio em questão, que é o motivo da briga judicial, foi doado pelo ator para as herdeiras quando elas ainda eram menores de idade. Stênio, porém, garantiu no papel o direito de usufruto vitalício. A situação familiar se agravou em 2019, quando a ex-mulher do artista passou a morar na residência. Sentindo-se lesado, ele recorreu à Justiça em 2025 para reaver o bem e ainda cobrou uma indenização de R$ 200 mil, cobrindo perdas, danos e os custos do processo.