A Colômbia definiu neste domingo (21) quem comandará o país pelos próximos quatro anos. Abelardo de la Espriella vence as eleições presidenciais da Colômbia, segundo a apuração preliminar divulgada após o encerramento da votação do segundo turno.
O advogado e empresário Abelardo de la Espriella, identificado com posições conservadoras e apoiado pelo ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, derrotou o adversário Iván Cepeda e se tornou o presidente eleito da Colômbia.
Vitória marca mudança de rumo político
A eleição representa uma mudança importante no cenário político colombiano. Com a vitória de Abelardo de la Espriella, chega ao fim o ciclo iniciado pelo atual presidente Gustavo Petro, primeiro líder de esquerda a governar o país.
Durante a campanha, o presidente eleito defendeu pautas voltadas para segurança pública, fortalecimento das forças de combate ao crime organizado e revisão de políticas implementadas pelo atual governo.
Apoio de Donald Trump ganhou destaque
Um dos pontos que mais chamou atenção durante a campanha foi a proximidade política entre Abelardo de la Espriella e o ex-presidente norte-americano Donald Trump.
O apoio do líder republicano se tornou um dos temas centrais da disputa eleitoral e ajudou a projetar a eleição colombiana para além das fronteiras da América Latina.
Disputa foi marcada por polarização
O segundo turno colocou frente a frente dois projetos políticos distintos para o futuro da Colômbia.
De um lado, Iván Cepeda defendia a continuidade de parte das políticas adotadas pelo governo de Gustavo Petro. Do outro, Abelardo de la Espriella prometia mudanças profundas em áreas como economia, segurança e política externa.
A campanha foi marcada por debates intensos e forte mobilização dos eleitores.
Expectativa para formação do novo governo
Com a confirmação do resultado, a atenção agora se volta para a formação da equipe de governo e para os primeiros anúncios do presidente eleito.
Analistas avaliam que a vitória de Abelardo de la Espriella pode provocar mudanças significativas na condução econômica e diplomática da Colômbia, além de influenciar o cenário político da América Latina nos próximos anos.
Por Allyson Barros
21 de junho de 2026
