Bruna Marquezine abriu o coração ao recordar uma fase marcante e difícil de sua trajetória. Durante participação no Power Talks, evento realizado em São Paulo na última segunda-feira (22/6), a atriz falou sobre o período em que, ainda muito jovem, precisou lidar ao mesmo tempo com pressão no trabalho, exposição intensa da vida pessoal e um relacionamento muito acompanhado pelo público – o que logo foi atribuído ao seu namoro com Neymar -.
Segundo Bruna, a situação ficou especialmente pesada quando ela tinha 18 anos e assumiu maior responsabilidade em uma novela que já estava no ar. Na época, a atriz atuava em “I Love Paraisópolis” e sentia o peso das expectativas colocadas sobre ela nos bastidores da produção.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Bruna Marquezine no desfile da marca de Sasha MeneghelCrédito: Clayton Felizardo/BrazilNews Neymar e Bruna Marquezine quando namoravamReprodução: Instagram Bruna MarquezineReprodução: Instagram/@brunamarquezine Bruna Marquezine caracterizada de Lurdinha em “Salve Jorge” | Créditos: gshowBruna Marquezine caracterizada de Lurdinha em “Salve Jorge”Créditos: gshow Bruna Marquezine e Shawn MendesCrédito: Dilson Silva – AgNews
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Com discrição, a artista também comentou que sua vida amorosa estava muito exposta, sem que isso fosse uma escolha dela. Entre idas e vindas, Bruna viveu um relacionamento com Neymar, oficializado em 2013 e encerrado em 2018. A repercussão constante do namoro, somada às cobranças profissionais, tornou aquele momento ainda mais difícil.
Bruna revelou que chorava com frequência durante as gravações e que isso chegou a gerar uma reclamação interna. Ela contou que foi chamada para uma conversa e ouviu de um homem que precisava “passar o crachá e começar a interpretar”, frase que a marcou profundamente.
Hoje, aos 30 anos, a atriz afirma conseguir olhar para aquela fase com mais acolhimento. Ela também relatou que aquele período teve impacto em sua autoestima profissional e contribuiu para o surgimento da síndrome da impostora. “As mulheres tem essa pressão de ‘tem que fazer’, ‘tem que se provar’, a gente tenta fazer às vezes na raça e a gente se atropela, a gente se fere. Então, eu tenho tentado ultimamente ser mais gentil comigo mesma. E quando estou nesse lugar que é mais gentil, mais paciente e mais gracioso, essas conquistas e movimentos que muitas vezes podem ser interpretados como estratégia ou calculados, são consequência. E tem essa sensação deliciosa de alinhamento com quem você realmente é e realmente acredita”, disse ela.

