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Governadora Mailza Assis afirma que empresa é responsável por reparos na Ponte Frei Paolino Baldassari

Durante o evento do Programa Inova, realizado nesta sexta-feira (5), em Rio Branco, a governadora do Acre, Mailza Assis (PP), comentou sobre a situação da Ponte Frei Paolino Baldassari, em Sena Madureira, que foi interditada após o surgimento de problemas estruturais identificados por equipes técnicas.

Durante coletiva de imprensa, a governadora foi questionada sobre as providências que estão sendo tomadas em relação à ponte, que liga o Centro ao Segundo Distrito do município e é considerada uma das obras mais importantes da região.

Segundo Mailza Assis, a responsabilidade pelos reparos é da empresa responsável pela execução da obra, que já foi oficialmente notificada pelo governo estadual.

“É responsabilidade da empresa, que já foi notificada e está na ponte averiguando a situação junto com as equipes necessárias. Todos nós sabemos que, em grandes obras, isso pode acontecer devido às características do nosso estado. As providências estão sendo tomadas, e a responsabilidade pelo conserto é da empresa”, afirmou a governadora.

A interdição da ponte ocorreu após a identificação de rachaduras e movimentações na estrutura, situação que gerou preocupação entre moradores e autoridades locais. Desde então, equipes técnicas do governo, do Deracre, Corpo de Bombeiros e da empresa responsável pela construção acompanham o caso.

A Ponte Frei Paolino Baldassari foi inaugurada em dezembro de 2023 e representa uma importante ligação entre o Centro de Sena Madureira e o Segundo Distrito, facilitando o deslocamento de moradores, estudantes, trabalhadores e comerciantes.

Até o momento, não foi divulgada uma previsão oficial para a liberação do tráfego no local. Enquanto isso, as autoridades seguem monitorando a situação e realizando avaliações técnicas para garantir a segurança da população.

O caso continua sendo acompanhado pela população de Sena Madureira, que aguarda uma solução rápida para minimizar os impactos causados pela interdição da ponte.

Por Samoel Andrade

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