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Homem é preso em Sena Madureira após denúncia de crime sexual e ameaças contra ex-companheira

Homem é preso em Sena Madureira por denúncia de crime sexual e ameaça

Um homem de 32 anos foi preso preventivamente na manhã desta quarta-feira (18), no Ramal do Ouro, zona rural de Sena Madureira, após ser alvo de uma investigação que apura crimes de natureza sexual e violência doméstica. O mandado de prisão foi expedido pela Vara Única Criminal de Bujari e cumprido por agentes da Polícia Civil com apoio das equipes da DRACO e DECORE.

Segundo as investigações, o suspeito responde por acusações de conjunção carnal com vítima menor de idade, ameaça e vias de fato, todos os crimes supostamente praticados no contexto de relacionamento doméstico e familiar.

De acordo com o inquérito policial nº 063/2024, o primeiro episódio investigado teria ocorrido em 2019, no Ramal Toco Preto, zona rural da região. Conforme a denúncia, a vítima tinha 13 anos de idade na época dos fatos. Atualmente, ela possui 19 anos e tem um filho com o investigado.

Ainda segundo o inquérito, em abril de 2024 o homem teria ameaçado a então companheira, afirmando que “caso a encontrasse com outra pessoa, iria matá-la” e que faria da vida dela “um inferno”. As declarações teriam sido feitas após o fim do relacionamento.

A vítima relatou às autoridades que decidiu encerrar a convivência devido a constantes agressões e humilhações. Ela também afirmou que, durante o relacionamento, era impedida de sair de casa para consultas médicas e que o acusado chegou a impedir que a criança fosse levada para vacinação.

As equipes policiais localizaram o suspeito enquanto ele trafegava de motocicleta pelo Ramal do Ouro. Durante a abordagem, os agentes efetuaram a prisão preventiva e conduziram o homem para a Delegacia de Polícia Civil de Sena Madureira.

Segundo a polícia, foi necessário o uso de algemas devido ao histórico de fugas do custodiado, medida adotada para garantir a segurança da equipe e a efetividade da prisão.

O suspeito permanece à disposição da Justiça e deverá responder pelos crimes investigados, enquanto o caso segue sob acompanhamento das autoridades competentes.

Por: Ligia Santos

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