Ícone do site YacoNews

Merchandising descarta personagem de Mariana Ximenes em crime de “Quem Ama Cuida”

merchandising-descarta-personagem-de-mariana-ximenes-em-crime-de-“quem-ama-cuida”

Merchandising descarta personagem de Mariana Ximenes em crime de “Quem Ama Cuida”

A exibição do jantar de Arthur Brandão (Antonio Fagundes) em “Quem Ama Cuida” acabou gerando uma nova onda de teorias entre os telespectadores. Na sequência, o milionário afirma que apenas duas pessoas presentes não teriam qualquer benefício financeiro com sua morte: Ademir (Dan Stulbach) e Dora (Mariana Ximenes).

A fala foi suficiente para que parte do público passasse a olhar justamente para os dois personagens como possíveis responsáveis pelo assassinato que movimentará a novela nesta terça-feira (2). Mas a coluna apurou que uma dessas hipóteses pode ser descartada desde já. Dora não pode ser a assassina.

Leia Também

Carla Bittencourt
Casamento termina em tragédia e “Quem Ama Cuida” dispara suspeitas sobre morte de Arthur

Carla Bittencourt
Globo adia morte de Arthur em “Quem Ama Cuida” e muda estratégia tradicional das novelas

Carla Bittencourt
Descobrimos quanto Virginia vai ganhar para cobrir Copa do Mundo no “Domingão com Huck”

Carla Bittencourt
Após entrevista polêmica, Bella Campos é convidada para nova versão do “Você Decide”

O motivo não está ligado à trama criada por Walcyr Carrasco e Claudia Souto, mas sim a uma exigência comercial. A personagem de Mariana Ximenes integra uma ação de merchandising da marca Eudora dentro da novela. Como acontece em diversos acordos publicitários desse tipo, existem limitações para associar personagens vinculados à marca a crimes, atos violentos ou comportamentos que possam gerar desgaste para o anunciante.

Isso não significa que Dora seja uma santa na história. A personagem já protagoniza uma das situações mais delicadas da trama ao se envolver com André (Henrique Barreira), sobrinho de seu marido. Ainda assim, há uma diferença considerável entre um conflito amoroso e participar diretamente de um assassinato.

A interferência de ações comerciais nos rumos de personagens não é novidade nas novelas da Globo. Recentemente, a emissora precisou transferir uma ação de merchandising que inicialmente seria realizada em “Três Graças”. A campanha acabou migrando para “Quem Ama Cuida” porque a policial Juquinha, personagem de Gabriela Medvedovsky, frequentemente aparecia armada e envolvida em situações de confronto, o que poderia gerar conflitos com as diretrizes da marca.

Casos semelhantes aconteceram no passado. Em “Avenida Brasil”, atualmente em reprise nas tardes da Globo, o personagem Cadinho (Alexandre Borges) originalmente seria banqueiro. A profissão, porém, precisou ser alterada porque a novela contava com o patrocínio de uma instituição financeira. Como o personagem estava envolvido em esquemas ilícitos e ainda mantinha três relacionamentos simultâneos, a associação acabou sendo considerada inadequada.

Com Dora praticamente fora da lista de suspeitos por razões comerciais, o mistério em torno da morte de Arthur ganha um novo ingrediente: quem, afinal, matou o milionário?

Sair da versão mobile