Uma moradora do segundo distrito de Sena Madureira, identificada como Edna Menezes, registrou em vídeo a nova realidade enfrentada pela população após o desabamento da Ponte Frei Paolino Baldassari. No relato, ela mostra a rotina difícil de quem precisa atravessar o Rio Iaco e afirma que a “luta já começa cedo”, principalmente em dias de chuva.
No registro, Edna mostra o antigo ponto onde ficava a ponte, destacando que antes o deslocamento era simples e rápido, feito de forma direta entre os dois lados da cidade. Com a queda da estrutura, a alternativa passou a ser um caminho mais longo até o porto, onde os moradores utilizam catraias para realizar a travessia.
A moradora também mostra o trajeto até a área de embarque, que, segundo ela, está tomado pela lama por conta das chuvas recentes. No vídeo, é possível ver a própria Edna descendo com dificuldade, enfrentando o solo escorregadio e o risco constante de quedas enquanto tenta chegar até o rio.

Edna relata ainda a preocupação com a segurança durante o percurso, já que o caminho exige atenção redobrada para evitar acidentes. Nas imagens, ela aparece com os pés cobertos de lama enquanto aguarda a travessia, reforçando a dificuldade enfrentada no deslocamento diário.
A situação registrada pela moradora reflete a realidade de diversos habitantes do segundo distrito, que agora precisam se adaptar a uma nova rotina de deslocamento após o desabamento da ponte.
Com a interrupção da estrutura, os moradores enfrentam diariamente dificuldades para atravessar o Rio Iaco, lidando com as condições do tempo, o acesso precário e a dependência das embarcações para seguir com suas atividades cotidianas.