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Motorista recém-contratado facilita roubo de fios, é descoberto por rastreador e acaba cercado por populares

Motorista recém-contratado é suspeito de facilitar roubo de fios e acaba cercado por populares

Um caso envolvendo furto de fios de cobre e suposta participação de um funcionário recém-contratado chamou a atenção de moradores nesta semana. O suspeito, que trabalhava havia apenas três dias em uma empresa de transporte, teria utilizado um veículo da companhia para auxiliar uma ação criminosa realizada por comparsas.

Segundo informações apuradas, o motorista teria permitido que uma van da empresa fosse utilizada para transportar grande quantidade de fios de cobre furtados em um ramal afastado. O grupo, no entanto, não contava com um detalhe decisivo: o veículo era monitorado por sistema de rastreamento via satélite em tempo real.

Rastreamento levou suspeitos até cerco

Ao identificar uma movimentação considerada suspeita, a empresa conseguiu localizar a van e acompanhar seu deslocamento. O monitoramento permitiu que o veículo fosse encontrado em uma área próxima à Escola Eliana Lúcia, onde ocorreu o desfecho da ocorrência.

Testemunhas relataram que diversos motociclistas e populares cercaram o veículo antes da chegada da polícia, impedindo uma possível tentativa de fuga dos envolvidos.

Suspeitos tentaram escapar

Com a movimentação e a pressão exercida pelos populares, os suspeitos tentaram fugir em diferentes direções.

Um dos envolvidos conseguiu escapar para uma área de vegetação próxima. Outro suspeito teria buscado esconderijo em um bueiro na tentativa de evitar a captura.

Já um terceiro homem acabou sendo alcançado pelos populares e sofreu agressões durante o tumulto, ficando desacordado antes da chegada das autoridades.

Polícia deve investigar todos os envolvidos

O caso será investigado para esclarecer a participação de cada suspeito, recuperar o material furtado e apurar as circunstâncias das agressões registradas durante a ocorrência.

Autoridades também alertam que a prática de fazer justiça com as próprias mãos pode gerar responsabilização criminal, mesmo diante da revolta causada por um crime.

As investigações seguem em andamento.


Por Redação | 25 de junho de 2026

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