Após obter o perdão judicial no processo relacionado à morte do filho, Henry Borel, de 4 anos, Monique Medeiros estuda adotar medidas legais contra a Prefeitura do Rio de Janeiro em razão de sua saída do quadro de servidores municipais. A informação foi divulgada pelo colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo.
Monique foi desligada do cargo de professora da rede municipal em março deste ano. Mesmo depois da decisão judicial que a beneficiou, a administração municipal manteve o posicionamento. Recentemente, o prefeito Eduardo Cavaliere reiterou que a exoneração não será revista.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Monique Medeiros após receber o resultado da sentençaReprodução: Portal LeoDias Monique Medeiros dentro de um carro ao deixar a unidade prisional após receber perdão judicial em julgamentoFoto: Reprodução Monique Medeiros em julgamentoCrédito: Brunno Dantas/TJRJ Monique MedeirosFoto: Reprodução/Record Jairinho abaixo e Monique Medeiros acima da foto, acusados de matar Henry BorelFoto: Eduardo Anizelli/Folhapress Jairinho e Monique MedeirosCrédito: Reprodução Monique Medeiros em julgamentoCrédito: Gabriel de Paiva/Agência O Globo Monique MedeirosFoto: Mauricio Almeida/Estadão Conteúdo Monique Medeiros em foto para reconhecimento facialDivulgação: Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) Monique MedeirosCrédito: Domingos Peixoto – Agência O Globo Monique MedeirosImagem: Brunno Dantas/TJRJ/Divulgação Monique MedeirosAline Massuca/ Metrópoles
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De acordo com Hugo Novais, advogado que representa Monique, a defesa pretende buscar uma compensação pelos prejuízos decorrentes da demissão. Entre as possibilidades analisadas também está a tentativa de reintegrá-la ao serviço público, retomando suas funções na rede de ensino do município.
Não é a primeira disputa judicial envolvendo a ex-professora e a Prefeitura. Em 2025, ela sofreu uma derrota na Justiça em uma ação movida contra o ex-secretário municipal de Educação, Renan Ferreirinha. Na ocasião, Monique reivindicava uma indenização de R$ 100 mil, alegando ter sido transferida para uma função administrativa para permanecer “longe das escolas”.



