Zé Felipe respondeu a todos os questionamentos de Leo Dias sobre sua vida pessoal, inclusive a polêmica frequência escolar dos seus filhos com Virginia. Durante o bate-papo nos bastidores do São João de Serrinha, o pai de Maria Alice, Maria Flor e José Leonardo reforçou que não existem “vilões ou heróis” neste caso, e que ambos querem o melhor para os filhos.
O cantor comentou a repercussão que a vida escolar dos filhos causa nas redes sociais. “Na verdade, é porque a internet, a gente tem que ir mais pelo nosso [pensamento]. A razão ninguém tem, né? Eu acho que isso é ponto de vista. Mas é pelo que a gente acha que é o certo. Porque a internet nunca é normal. Ou você é o vilão ou você é o herói. E fica nesse looping. Às vezes o herói vira o vilão e fica nesse looping infinito”, avaliou.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Montagem / Portal LeoDias Zé FelipeCrédito: Reprodução Instagram @zefelipe Zé FelipeReprodução: Instagram/@zefelipe Zé Felipe anuncia que vai parar de beber álcool; saiba o motivoReprodução / @zéfelipe Zé FelipeMontagem / Portal LeoDias
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“Meus filhos são muito novos. Eles não têm uma vida como uma criança [comum] tem, até pelo pai, pela mãe, pela família. Então, o mais normal que eu posso dar essa criação para eles, eu quero fazer”, acrescentou o artista.
Zé Felipe destacou que ele e Virginia Fonseca conversam diariamente sobre a exposição dos herdeiros. “É onde eu converso com a Virginia todos os dias, porque eles são expostos e daqui uns dias começam a entender as coisas. As crianças falam na escola, então eu acho que tem que ter um acompanhamento muito regrado ali para poder lidar com toda essa situação, porque não é uma coisa que eles escolheram, sabe? Eles nasceram ali e eles vão ter que aprender”, pontuou.
Por fim, ele opinou sobre a importância da ida à escola para o desenvolvimento das crianças. “A escola, a convivência, o conviver com outras crianças ali é muito importante. Inclusive, nessa fase, é só para isso, né? É só para isso, é só para conhecer outras crianças, fazer amizade, brigar com coleguinha, aprender, apanhar e bater”, disse.
“É isso, eu acho que isso é muito importante, porque a gente já vive uma vida muito doida, diferente do normal. Eu acho que se eu puder criar eles mais simples e mais pé no chão possível, eu quero fazê-lo”, finalizou.

