O Rio Iaco permanece interditado após desabamento da ponte Frei Paolino Baldassari, em Sena Madureira. A orientação das autoridades é para que embarcações e moradores ribeirinhos evitem trafegar pela área enquanto seguem os trabalhos de avaliação e monitoramento do local.
Equipes realizam vistorias na área afetada pelo desabamento para avaliar as condições de segurança e acompanhar os impactos causados pela interdição do rio.
O capitão Gustavo Marinho reforçou o pedido para que ribeirinhos e navegantes respeitem a interdição do Rio Iaco até que sejam concluídos os laudos técnicos e as investigações sobre o desabamento.
Segundo ele, o perímetro deverá ser sinalizado para garantir maior segurança aos navegantes, especialmente durante o período noturno. No entanto, não há previsão para a liberação do tráfego no local.
“Estamos orientando a população e os ribeirinhos para que tenham paciência e respeitem as orientações. Vamos aguardar os laudos técnicos e as investigações. Quando houver condições seguras, a população será informada”, afirmou.
Com os escombros espalhados pelo leito do Rio Iaco, a navegação segue comprometida, gerando preocupação entre moradores, produtores rurais e comunidades que dependem do rio para transporte de pessoas, mercadorias e abastecimento.
Desde o desabamento da ponte, a travessia entre o Centro e o Segundo Distrito de Sena Madureira passou a ser realizada por embarcações de pequeno porte, enquanto a população aguarda uma solução definitiva para restabelecer a mobilidade na região.
As autoridades reforçam que qualquer tentativa de passagem pela área interditada pode representar riscos à segurança dos navegantes, motivo pelo qual a recomendação é respeitar as restrições até que novas informações sejam divulgadas.



