Durante sua passagem por Nova York, onde cumpre agenda de compromissos como correspondente do “Domingão do Huck” durante a Copa do Mundo de 2026, Virginia Fonseca compartilhou com os seguidores que precisou abandonar a visita ao Memorial e Museu Nacional do 11 de Setembro antes do término do passeio por ter se sentimento emocionalmente abalada ao percorrer o local.
Nos stories publicados nesta terça-feira (16/6), Virginia explicou que o local é uma atração importante para quem se interessa por acontecimentos históricos, mas afirmou que o ambiente a impactou de forma intensa. “Falar com vocês sobre o museu que a gente foi, gente, é assim: para quem gosta de história, tem que ir, sem sombra de dúvidas. Mas é uma energia pesada, é triste, sabe?”, começou.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Virginia visita Memorial e Museu Nacional do 11 de Setembro em Nova YorkFoto: Reprodução Virginia visita Memorial e Museu Nacional do 11 de Setembro em Nova YorkFoto: Reprodução Virginia visita Memorial e Museu Nacional do 11 de Setembro em Nova YorkFoto: Reprodução Virginia visita Memorial e Museu Nacional do 11 de Setembro em Nova YorkFoto: Reprodução
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Segundo ela, o desconforto foi aumentando ao longo da visita. “Pelo menos eu fiquei muito triste. Tipo, estava cansada, eu andava lá me arrastando… O Lucas até perguntou: ‘O que está acontecendo?’. A energia é tão pesada, fiquei mal”, relatou.
A influenciadora contou ainda que decidiu interromper o passeio antes de conhecer todas as áreas da exposição. “Nem consegui ver tudo. Não, não, deu para mim, quero ir embora. Porque tem foto lá das pessoas saindo com sangue, sabe? É pesado. Para quem gosta de história, vale a pena ir ver, mas, assim, é pesado”, frisou.
Localizado no espaço onde antes ficavam as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Manhattan, o Memorial e Museu Nacional do 11 de Setembro foi aberto ao público em 2014. O complexo presta homenagem às vítimas dos atentados terroristas ocorridos em 11 de setembro de 2001.
Naquela data, aviões sequestrados atingiram as torres do World Trade Center, o Pentágono e uma área rural no estado da Pensilvânia, provocando a morte de cerca de três mil pessoas. Atualmente, o museu reúne itens pertencentes às vítimas, registros fotográficos, gravações e testemunhos relacionados à tragédia, tornando-se um dos locais mais visitados da cidade de Nova York.

