A ideia é que haja maior integração criando uma espécie de mercado aéreo comum na América do Sul. Com isto, abre-se a possibilidade para que empresas brasileiras e dos países vizinhos atuem em rotas domésticas no Brasil, desde que haja acordos para reciprocidade.
A partir da assinatura do memorando batizado de Acordo de Liberalização Aérea Sul-Americana (Alas), será criado um grupo de trabalho para deliberar sobre um plano para a implementação gradual das medidas previstas, respeitando a legislação e os processos internos de cada país.
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O grupo vai tratar de temas como:
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- harmonização de normas;
- reconhecimento de certificados e licenças;
- facilitação do transporte aéreo;
- e os direitos dos passageiros.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Deivid Souza.

