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Banho de óleo: como é o trote que matou aluno de aviação no PR

Banho de óleo: como é o trote que matou aluno de aviação no PR
Reprodução

Um homem de 27 anos, aluno de uma escola de aviação em Ponta Grossa (PR), morreu após levar um “banho de óleo” de um instrutor da instituição. Gustavo Henrique Lara chegou a ser atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi levado ao hospital, mas não resistiu e morreu na unidade de saúde.

A vítima foi banhada com uma substância oleosa que faz parte de motores de aeronaves. O banho de óleo teria ocorrido para comemorar o primeiro voo solo do aluno e a prática seria comum em escolas de aviação.

No “trote”, os professores costumam despejar no pescoço do aluno óleos usados em motores de aeronave, como se fosse um “batismo” na aviação.

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No entanto, após a comemoração, a vítima  sofreu uma reação anafilática, um tipo grave de alergia.  Ele teve uma crise convulsiva seguida de três paradas cardiorrespiratórias. As duas primeiras foram revertidas, mas ele não resistiu à terceira.

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O instrutor de Henrique se apresentou espontaneamente à polícia e assumiu a responsabilidade pelo fato. Ele foi preso em flagrante por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. O homem, que também não teve o nome revelado, pagou fiança de R$ 3 mil e foi liberado, mas deve responder pelo crime.

A polícia solicitou exames toxicológicos e deve analisar as imagens da escola para entender a causa da morte do aluno.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Laura Braga.

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