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Boletim da Fiocruz aponta estabilização da SRAG no Acre, mas estado segue em alerta

Boletim da Fiocruz aponta estabilização da SRAG no Acre

Boletim da Fiocruz aponta estabilização da SRAG no Acre

O mais recente boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), indica que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Acre começam a apresentar sinais de estabilização. Mesmo assim, o cenário ainda exige atenção das autoridades de saúde devido à circulação de vírus respiratórios, especialmente a influenza A.

Segundo o levantamento, embora o crescimento das internações tenha perdido força nas últimas semanas, o estado permanece entre as unidades da federação classificadas em situação de alerta para doenças respiratórias.

Influenza A continua preocupando

O boletim destaca que as hospitalizações relacionadas à influenza A ainda preocupam no Acre, enquanto os casos associados ao vírus sincicial respiratório (VSR) apresentam tendência de estabilização ou redução.

A Fiocruz ressalta que esse comportamento demonstra uma desaceleração da curva de casos, mas não significa o fim do período de maior circulação dos vírus respiratórios.

Vacinação segue sendo a principal proteção

Especialistas reforçam que a vacinação continua sendo a medida mais eficaz para evitar casos graves e mortes causadas por influenza, Covid-19 e outros vírus respiratórios.

A recomendação é que idosos, gestantes, crianças pequenas, pessoas com doenças crônicas e imunocomprometidos mantenham a vacinação em dia e procurem atendimento médico ao surgirem sintomas mais intensos.

Cuidados continuam importantes

Além da imunização, a Fiocruz orienta a população a manter hábitos preventivos, como higienizar frequentemente as mãos, utilizar máscara em unidades de saúde ou ambientes fechados quando houver sintomas respiratórios e evitar contato com outras pessoas durante quadros gripais.

Mesmo com a tendência de estabilização, o monitoramento da SRAG continuará sendo realizado nas próximas semanas para acompanhar a evolução dos casos no estado.


Por Allyson Barros

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