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Cão policial é alvo de envenenamento no Acre; Iapen trata caso como atentado

Cão policial é envenenado em presídio do Acre durante atuação no sistema penitenciário.

Cão policial é envenenado em presídio do Acre durante atuação no sistema penitenciário.

Um cão policial utilizado nas operações do sistema penitenciário do Acre foi envenenado. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (15) pelo Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), que classificou o episódio como um atentado contra os policiais penais que atuam nas unidades prisionais do estado.

Segundo o órgão, a ocorrência será investigada para identificar os responsáveis e esclarecer as circunstâncias do crime. Até o momento, o Iapen não informou em qual unidade prisional o ataque aconteceu, quando ocorreu o envenenamento nem o estado de saúde do animal.

Cães auxiliam em operações de segurança

Os cães policiais desempenham papel estratégico no sistema penitenciário acreano, sendo empregados em revistas, operações de fiscalização e buscas por celulares, drogas, armas e outros materiais ilícitos dentro das unidades prisionais.

Na nota divulgada nesta quarta-feira, o Iapen afirmou que o envenenamento representa uma tentativa de atingir diretamente os servidores responsáveis pela segurança do sistema prisional.

“O caso será rigorosamente apurado para identificar os autores e responsabilizar os envolvidos”, destacou o instituto.

Reforço na segurança dos presídios

A divulgação do caso ocorreu no mesmo dia em que o Iapen anunciou o reforço das medidas de segurança no Complexo Prisional de Rio Branco.

De acordo com o instituto, a decisão foi tomada após informações de inteligência apontarem uma possível movimentação para um motim no Pavilhão E da unidade.

As medidas incluem o aumento da vigilância e o reforço das ações preventivas para garantir a ordem e a segurança dentro do complexo penitenciário.

Investigação segue em andamento

O Iapen informou que todas as circunstâncias envolvendo o envenenamento do cão policial serão investigadas.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre suspeitos ou possíveis motivações para o ataque.

Por Allyson Barros

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